As praias da Tailândia são um fetiche mundial e estão virando desejo também entre os brasileiros. Veja aqui nosso guia completo dos principais destinos de praia do país.

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O QUE ESPERAR DAS PRAIAS DA TAILÂNDIA:

Entenda: a Tailândia recebe 25 milhões de turistas estrangeiros por ano e há décadas tem suas praias visitadas por americanos e europeus. Isso acarretou uma série de problemas, como destruição de ecossistemas marinhos e grande acúmulo de lixo em muitas das ilhas. Praias como Koh Phi Phi e Railay Beach também podem ficar superlotadas. Indo preparado para isso, pode se jogar: as praias são lindas mesmo e muitos lugares têm uma vibe especial (aliás, para mim a viagem para a Tailândia tem muito mais a ver com a vibe, a cultura e as pessoas do que com as belezas naturais em si).

COMO ENTENDER ESSE GUIA DE PRAIAS DA TAILÂNDIA:

Inclui aqui as principais praias da Tailândia com uma ou outra um pouco fora do circuito basicão. Minha experiência é baseada em duas viagens feitas à Tailândia de mais de dois meses cada uma. Dei maior destaque para as que eu acho mais bacanas e menos para as que eu acho “puláveis”.

COMO MONTAR O MEU ROTEIRO PELAS PRAIAS DA TAILÂNDIA:

Não pire: lembre-se que você está de férias e praia é para relaxar, então não tente enfiar 500 ilhas diferentes em pouco tempo. De 3 a 4 noites em cada uma é o tempo mínimo para conseguir curtir. Para ir de uma costa a outra (veja no mapa abaixo) considere que você vai perder quase um dia inteiro de deslocamento, mesmo que for de avião.

QUAIS AS MINHAS PRAIAS DA TAILÂNDIA PREFERIDAS:

Koh Lipe, Railay Beach (gosto de ficar em Ton Sai), Surin Islands e Koh Phangan.

COMO É O TRANSPORTE ENTRE AS PRAIAS DA TAILÂNDIA:

Muito fácil, como no resto da Tailândia. É só ir em qualquer agência que te vendem pacotes de ferry + ônibus ou van. Mas pode ser bem demorado: para ir de Koh Phangan, por exemplo, para Koh Phi Phi, você vai levar pelo menos umas 7 horas no processo todo. É possível pegar alguns voos entre as principais cidades para agilizar o processo.

Mapa: À direita, a costa do Golfo da Tailândia; do outro lado, a costa do Andaman Sea. Os barquinhos azuis indicam as cidades da onde partem os barcos e balsas para as ilhas.
Preços: US$ 1 = 35 baht

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Costa do Golfo da Tailândia

A saber: as praias aqui são bonitas, de água azul-clarinha, mas não tem aquela paisagem de rochas enormes de calcário ao redor de um mar que varia entre o verde-esmeralda e o azul-turquesa. Estas estão em algumas praias do Mar de Andaman. Sendo assim, a paisagem não é tão exótica para quem vem do Brasil. Saindo de Bangkok, a base pra conhecer essa costa é a cidade de Chumphon (se o seu destino primeiro for Koh Tao) e Surat Thani (pra Koh Samui e Koh Phangan). Para as duas há voos a partir de Bangkok e dá pra ir de ônibus e trem (os noturnos têm camas). Nas agências de Bangkok é possível comprar pacotes que já incluem o transporte até Chumphon ou Surat Thani, o ônibus de lá até o píer e a balsa. Entre as ilhas há balsas. Koh Kood é exceção: para chegar aqui precisa ir até a cidade de Trat, a 5 horas de Bangkok, e dali ao píer de Laem Sok.

Koh Kood

Das praias da Tailândia pouco exploradas, Koh Kood não tem muito mais que coqueiros, mata virgem e praias de água bem clarinha – acho a ilha perfeita para lua de mel na Tailândia. Os hotéis são pequenos e intimistas, nada de resortão sem charme. Ideal para casais que querem passar alguns dias entre a cama e a areia com quase ninguém à vista, num sossego absoluto. Em tempo: aqui não há centrinho pra passear de noite e nem muitas opções de restaurante. A estadia acaba saindo consideravelmente mais cara do que em outras ilhas.

É PRA QUEM: Casais, em lua de mel ou não, que está a fim de passar uns dias em praias vazias longe da urbanização. Sua localização é interessante também para quem quer seguir a Siem Reap, no Camboja, já que fica quase na fronteira dos dois países.

COMO CIRCULAR: De scooter, a ilha é grande.

Koh Phangan

(veja o post completo sobre Koh Phangan aqui)

A ilha é mal interpretada: por ser a sede da famosa Full Moon Party, que entope a praia Haad Rin com 20 mil pessoas uma vez por mês, é por vezes encarada com festeira e meio trash. O que não podia estar mais errado. Porque fora da área de Haad Rin você vai encontrar uma ilha totalmente relaxada, com retiros de yoga e meditação, cachoeiras e uma porção de praias pra descobrir. Há outras festas no decorrer do mês, como a Black Moon e a Half Moon, mas elas não são tão grandes (você pode estar na ilha ao mesmo tempo e nem saber que elas estão rolando). Pra quem de fato quer festa, Koh Phangan dá um bom mix entre um dia relaxado e uma noite badalada.

É PRA QUEM: A ilha é bem versátil. Na região de Haad Rin tem jovens baladeiros que vão para a Full Moon Party. Em Sri Thanu está a maior concentração de estúdios de yoga da Tailândia. Em praias como Haad Yao há muitas famílias curtindo resorts.

COMO CIRCULAR: Alugar uma scooter é imprescindível pra conhecer a ilha (custa 150 baht por dia).

O QUE FAZER: Na costa oeste da ilha tem uma praia atrás da outra. Secret Beach e Haad Yao são bem gostosas, com alguns poucos hotéis e bangalôs. Haad Salad e Haad Khom tem aquela água clarinha-paraíso que a gente não consegue parar de olhar, e Mae Haad é boa pra fazer snorkel. Pra quem curte trilha, uma caminhada de duas horas leva até Bottle Beach (ou Haad Khuat), tão bonita quanto isolada. Se sobrar tempo, vale também conhecer Thong Nai Pan, na costa leste. Os centros de yoga ficam quase todos em Sri Thanu – amo o lugar em que o Orion fica, escondido numa prainha. Os professores são muito bons (as aulas avulsas custa 300 baht, veja os horários no site). Pra fazer meditação, veja o Wat Khao Tham, que tem retiros e um mirante lindo pra ver o pôr do sol. Pra ir às festas, cheque as datas nos sites: as maiores são a Full Moon, na praia, e a Half Moon, na mata. De lá dá para fazer passeios de barco para lugares como o Mu Koh Angthong National Marine Park, que tem uma paisagem lindíssima.

Koh Tao

(veja o post completo sobre Koh Tao aqui)

Koh Tao é um point de mergulho: logo que a balsa aporta do cais você já vê 500 agências que levam para tours com snorkel e com cilindro – os cursos de três dias pra tirar o certificado PADI saem a partir de 7 000 baht (comparado com outros lugares do mundo, é bem barato). Se você já é certificado, pode fazer cursos avançados e mergulhos noturnos, e se não pretende tirar também tem mergulhos de um dia com instrutor. A paisagem debaixo d’água é farta e bonita, com peixes mil, arraias, tubarões-de-pontasnegras-do-recife e até tubarões-baleia. Fora isso, também há boas praias pra explorar.

É PRA QUEM: Pequena, a ilha é point para jovens e mochileiros. Casais que curtem agito também vão gostar.

COMO CIRCULAR: A ilha é pequena mas mesmo assim é melhor alugar uma scooter pra poder conhecer praias diferentes. Se a ideia for só fazer mergulho, fique hospedado perto da sua escola e se vire a pé.

O QUE FAZER: Sai Ree Beach é, das praias da Tailândia, a do agito e dos mochileiros, com barzinhos pé na areia de dia e baladas insones à noite. A praia de Chalok é boa de tarde, não muito pela areia em si, mas pelos cafés e bares gracinha pra curtir a vibe boa da ilha – como o Koppee Cafe, que tem piscina, smoothies e brownies. Por ali também está o Natural High Café, um bar legalize e curiosamente elegante, com sofás, tapetes, mesa de sinuca e um vistão pro mar. Entre as praias pra pegar sol e entrar na água, gosto de Sai Deng Beach, linda e com água clarinha. Freedom Beach é boa pra fazer snorkel (eles alugam ali mesmo por 150 baht) e ver peixinhos coloridos perto das pedras. Mas as praias mais estonteantes de Koh Tao estão nas Nang Yuan Islands, onde você chega através de passeios de barco: é uma grande ilha conectada a duas pequenas por uma faixa de areia. Apenas incrível.

Koh Samui

É a ilha mais desenvolvida da região e uma das poucas que tem aeroporto. Samui tem dois mundos paralelos: um de pólo urbano, como o da praia de Chaweng, que lembra o Guarujá com um tico a mais de charme, e outro dentro dos hotéis de luxo: Four Seasons Koh Samui (diárias desde US$ 1 000), W Retreat Koh Samui (diárias desde US$ 800), Le Meridien Koh Samui (diárias a partir de US$ 200), Santiburi Beach (diárias a partir de US$ 350), SALA Samui (diárias a partir de US$ 360). A real: só vale ir pra Samui se você puder se hospedar em algum deles e ficar internado em suas piscinas e spas, mesmo porque as faixas de areia mais bonitas são só pra hóspedes.

É PARA QUEM: Para os que viajam em casal e está a fim de se internar dentro de um hotel de luxo e não sair de lá.

Costa do Mar de Andaman

Aqui estão as mais lindas praias da Tailândia: aquelas envolvidas entre imensos penhascos de rocha calcária e com mar de mil tons de azul e verde. Os barcos e balsas pra algumas das melhores praias da Tailândia saem de PukhetKrabi. De Bangkok há voos para as duas a partir de US$ 40. Pra pagar menos, vá de ônibus ou trem (veja os noturnos, com cama).

A SABER: VALE SE HOSPEDAR EM AO NANG E FAZER BATE-VOLTA PRA OUTRAS ILHAS?

Ao Nang, a 20 km do centro de Krabi, concentra uma série de hotéis e comércio ao redor de uma praia meio suja com faixa de areia estreita e mar lotado de barcos. Eu não acho que vale a pena ficar ali por isso: a praia não é legal e o centrinho também não é essas coisas, então você necessariamente vai ter que pegar barco pra ver o que interessa. Eu acho muuuuito melhor se hospedar em Railay Beach ou Ton Sai ou ir direto para Phi Phi.

Surin Islands

Esses parque nacional concentra o melhor do mergulho na Tailândia em ilhas quase inabitadas com vegetação virgem. A cor do mar é totalmente surreal, com mil tons de azul e verde. Foi o melhor snorkel que eu já fiz na vida (e eu já fui para o Caribe algumas vezes): peixes multicoloridos me deixaram totalmente hipnotizada. Para quem já mergulha, é um lugar incrível para fazer uma viagem de liveaboard.

É PRA QUEM: Para quem quer fazer snorkel e mergulho. A fauna e flora subaquática aqui são inigualáveis.

COMO IR: A melhor base para partir para Surin é a região de Khaolak, a 80 km de Pukhet (tem ônibus de uma para a outra), onde você pode dormir em lugares como o Monkey Dive Hostel. Se você só quer fazer snorkel, indico que pegue a viagem de dois ou três dias com estadia nas ilhas (em camping ou bangalôs do parque nacional, não há hotéis nas ilhas), a partir de 4800 baht. Não é barato, mas vale muito a pena. Tem viagem de um dia só também.

PHUKET

Apesar de ser uma das mais vendidas praias da Tailândia pelas operadoras brasileiras, Phuket, maior ilha do país, sofre do mesmo mal que Samui: o aeroporto, o desenvolvimento desordenado e o turismo de massa destruíram seus corais e tornaram os principais destinos, como Patong Beach, um antro de sujeira e prostituição. Alguns pontos de escape persistem, como o Sirinat National Park, onde o pessoal acampa na praia para ver tartarugas e manguezais, e a Phang Nga Bay, onde barcos visitam a ilha do James Bond (as formações ali são muito parecidas com as de Phi Phi). Resorts de luxo também abocanharam seu pedacinho idílico da ilha e o reservam para seus hóspedes – aqui vale o mesmo que para Samui, só vá se você pretende ficar num hotel de luxo.

Koh Phi Phi

Todo alarde ao redor de Phi Phi é justificado logo de cara pela cor da água, que varia entre azul-piscina e o verde-esmeralda de um jeito quase que inacreditável. A fama trouxe à região hordas de turistas, e muita gente acaba ficando decepcionada por ter que compartilhar a vista com tanta gente. O centro de Phi Phi é movimentadíssimo, com festas com shows pirotécnicos, agências de turismo, estúdios de tatuagem e barracas vendendo baldes de bebida. Não é uma ilha para quem quer tranquilidade, mas é a epítome das belas paisagens praianas da Tailândia.

É PRA QUEM: Pra quem curte um agito e não liga de dividir o mar com muitos outros barcos.

COMO CHEGAR: De barco/balsa, a partir de Krabi (1h30) ou Pukhet (2h), cerca de 300 bath.

COMO CIRCULAR: O centro é pequeno e dá pra fazer tudo a pé. Trilhas e barcos “long tail” (aqueles de madeira das fotos) levam a outras praias e ilhas.

O QUE FAZER: Saindo do píer e andando pra esquerda (olhando pro mar), há uma espécie de trilha que vai passando por várias prainhas maravilhosas, com vistas incríveis para o mar – é só ir seguindo as placas pra Long Beach, bem bonita e com bastante espaço na areia. É a única praia onde dá para chegar a pé: nas outras atrações dos arredores, como Mosquito Island, Bamboo Island e a famosa Maya Bay, só de barco. Para a pequena prainha Nui Bay você pode ir de caiaque. Indico o passeio da empresa Tours Phi Phi (fica bem perto do píer de chegada, perto do restaurante Mango Garden): por 1900 baht eles têm um bom barco que nunca vai muito cheio, frutinhas cortadas na hora, almoço, boias, snorkel e paradas nos pontos mais bonitos da região, além de guias brasileiros.

Koh Lanta

Koh Lanta é grande e preserva sua natureza com empenho – boa parte de seu território é um parque nacional. O negócio é que as faixas de areia de Koh Lanta estão mais pra Ilhabela do que para o que se espera das praias da Tailândia, porque a água não é tão, tão clarinha.  A maioria do pessoal fica hospedado em Long Beach, onde estão os bares, restaurantes e um leve agito. No sul da ilha tem praias bem bonitas Bamboo Bay. A ilha é frequentada por famílias europeias que ficam em resorts e por mochileiros que se acomodam em bangalôs de bambu baratíssimos. A vibe é a até legal, mas eu acho pulável.

Railay Beach e Ton Sai (Krabi)

(veja o post completo sobre Railay Beach aqui)

Railay é, na verdade, um conjunto de quatro praias da Tailândia que formam um península enquadrada por formações de rocha calcária gigantescas e mar quase tão bonito quanto o de Phi Phi. São elas: East Railay, onde chegam os barcos e há comércio, West Railay, a mais bonita pra passar o dia e curtir o pôr do sol, com uma porção de restaurantes e hotéis, Phranang, onde fica a Princess Cave e mar piscininha, e Ton Sai, que congrega bares de reggae e público mochileiro. É de se considerar trocar Koh Phi Phi por Railay, já que é possível fazer o tour pra Maya Bay daqui. Na alta temporada, Railay fica bastante cheia, por isso não espere nenhuma exclusividade (mesmo ficando em hotéis de luxo você vai ter que dividir a areia com uma galera).

É PRA QUEM: Em Railay West ficam casai e famílias, enquanto a galera riponga se hospeda em Ton Sai.

COMO CHEGAR: Há barcos saindo de Krabi, Ao Nang, Koh Phi Phi e Koh Lanta.
COMO CIRCULAR: Caminhando e eventuais trajetos de barco.
O QUE FAZER: Além de tomar sol, curtir os mirantes, fazer snorkel e andar de caiaque, a atividade oficial de Railay é escalada nas rochas – qualquer um pode fazer, é só contratar um tour. Outro passeio é visitar a Secret Lagoon por uma trilha na mata fechada. Também há muitos tours de barco (o pra Hong Island vale muito a pena). Em East Railay tem barzinhos ao longo da orla – o Last Bar é o único que fica aberto até tarde. Ton Sai é um vilarejinho hippie cheio de barzinhos legalize – se você curte essa vibe, se hospede aqui.

Koh Lipe

Se você se imagina num pequeno paraíso nas praias da Tailândia, Koh Lipe é provavelmente a ilha que mais vai cumprir suas expectativas. Aqui temos cenário incrível, centrinho com um leve agito e não muita gente em suas três praias principais (Sunrise, Sunset e Pattaya). Pela distância da Tailândia (ela fica quase na Malásia), tem bem menos gente. Mas supercompensa o trampo de chegar.

COMO CHEGAR: Eis o porém de ir a Koh Lipe: o transporte é caro e demorado. Se estiver vindo de Bangkok você pode-se tomar um voo até o aeroporto de Hat Yai (cerca de US$ 50) e de lá pegar uma minivan ou táxi até o píer de Pak Bara (1h30 de viagem), da onde saem os barcos ara Koh Lipe (o último sai às 16h na alta temporada, de novembro a abril). Se já estiver nas ilhas, há barcos saindo de Pukhet, Krabi, Koh Lanta e Koh Phi Phi indo pra lá, mas vai te custar no mínimo 2000 bath (bem caro pra padrões do Sudeste Asiático).

COMO CIRCULAR: Dá pra fazer quase tudo a pé. Pegue um barco pra visitar outras ilhotas.

O QUE FAZER: Pattaya Beach é onde fica o comércio e alguma vida noturna; Sunset Beach é mais calminha e reservada. No mais, trips de barco levam pra fazer snorkel em ilhas desertas próximas como a maravilhosa Koh Tarutao.

Koh Lao Liang

Esticada possível de Koh Lipe, essa ilha é a prova de que a Tailândia ainda tem muuuuitos destinos de praia com paisagens maravilhosas que felizmente ainda não apareceram em nenhum filme de Holywood e não arrastam multidões. Os penhascos de rocha calcária são muito parecidos com os de Phi Phi e Railay Beach, e a cor do mar também é espetacular. A diferença é que, nessa ilha, parte de um parque nacional, não tem quase ninguém à vista, nem comércio, nem wi-fi. Nem nada na verdade, além dos coqueiros, da mata e da praia. Para conhecer uma ilha assim é preciso gostar de rusticidade: só tem um lugar para ficar, o Laoliang Island Resort, que tem tendas e alguns quartos.

É PRA QUEM: Para quem gosta de aventura e de sair do lugar-comum.

COMO CHEGAR: Saindo de Koh Lipe ou da cidade de Trang (do Hat Yao Pier).

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Betina Neves

Seus 10 anos de experiência no Jornalismo de Turismo deram o tom da linguagem do Carpe Mundi. Perita em traçar roteiros e na eterna busca pela passagem aérea mais barata, escreve um e outro post por aqui enquanto explora metrópoles insones, prova comidas exóticas e relaxa em praias vazias deste mundão.

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