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Chelsea e Meatpacking: veja dois dos bairros mais bacanas de Nova York

Bares, restaurantes, baladas, galerias de arte, lojas de grifes, mercadões interessantíssimos, o High Line e o Whitney Museum: tem tudo isso nos quarteirões destes dois bairros.

VEJA O QUE FAZER E COMER NO CHELSEA E MEATPACKING DISTRICT:

CHELSEA MARKET

Aglomerado de empórios gourmet, lojas de vinho, cafés, padarias e restaurantes deliciosos. Parte das características da construção original, de 1912, foi mantida, como as paredes de tijolos aparentes. Quem reina ali são as grifes contemporâneas de gastronomia, como as padarias Amy’s Bread e seus deliciosos pães artesanais e Sarabeth’s, especializada em café da manhã; o incrível The Lobster Place e suas lagostas extremamente frescas que você come com as mãos, usando luvas; e os asiáticos disputados Morimoto e Buddakan. No corredor escurinho, logo na entrada, um quiosque de flores te faz querer comprar as mais coloridas e levar pra casa. Também não dá pra perder a Posman Books e seus artigos de papelaria autênticos e maravilhosos e o mercado de pulgas chiquezinho Artists and Fleas, com descoladas roupas, bolsas, óculos, carteiras, pôsteres e mais, do tipo que você só encontra em Nova York.

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GALERIAS DE ARTE

São mais de 200 galerias que valem um passeio em ziguezague da 20h até a 26h Street, mas você também encontra obras de arte a céu aberto como o painel O Beijo, pintado por Kobra na 10th Avenue, e o mural d’Os Gêmeos, na 21st Street. A Gagosian Gallery, com unidades em Londres, Paris, Roma, Los Angeles e Hong Kong, representa artistas como Marcel Duchamp, Roy Lichtenstein e a brasileira Adriana Varejão. Há uma lojinha legal na saída. Na Pace Gallery, você encontra esculturas do artista plástico brasileiro Vik Muniz. Agora, se a sua é ver nomes novos da arte, vá na Marianne Boesky.

HIGH LINE

Famoso trilho de trem dos anos 1930, posteriormente desativado, e, décadas mais tarde, transformado em um florido jardim suspenso, aberto pro público em fases a partir de 2009. Dá pra subir nele na 20th Street, beirando Chelsea, e bater perna até a 14h Street, já perto do Whitney Museum, no Meatpacking, parando pra tomar sorvete no verão ou chocolate quente no inverno. Gosto de sentar nos bancos e espreguiçadeiras de madeira vendo a vida acontecer e tirar fotos das ruas agitadas desse burburinho de um ângulo de cima – se preferir, faça o caminho contrário. Atrações variadas acontecem ali: de tour de flores a meditação e exposição de artes. Veja aqui o calendário diário de eventos.

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HOTEL CHELSEA

Construído originalmente pra ser uma comunidade utópica socialista entre 1883 e 1885, o edifício de 12 andares e tijolos vermelhos entrou na categoria de hotéis-históricos pelas personalidades que ali residiram: Bob Dylan, Édith Piaf, Mark Twain, Jimi Hendrix, Frida Kahlo, entre (muitos) outros. Apesar dos andaimes em frente (o hotel está em reforma desde 2011 e deve reabrir em 2017), vale passar pela fachada pra conhecer o estabelecimento.

ONDE COMER

Reserve um almoços para o Chelsea Market – ou até dois ou três. Na rua, as sobremesas podem ser os cupcakes da Billy’s Bakery, espécie de Magnolia Bakery que não saiu em Sex and the City; os donuts com recheios tentadores da Doughnut Plant; ou os bagels não tostados da Murray’s Bagels. Veganos amam o Blossom, com bar de vinho em anexo. O Tía Pol tem tapas e outras comidinhas. Já o Foragers Table tem opções sazonais como a sopa de alcachofras e trufas negras cujos ingredientes vem da fazenda dos proprietários no Hudson Valley. Pertinho dali, no Flatiron District, fica o Eataly.

Chelsea e Meatpacking District: o que ver, comprar, comer e fazer

MEATPACKING DISTRICT

Antiga área de matadouros e fábricas de processamento de carne, hoje é bairro da moda com filias de grifes, bares, restaurantes e baladas famosas, o parque suspenso High Line e o novo Whitney Museum.

WHITNEY MUSEUM

Com uma nova sede assinada por Renzo Piano desde 2015, no burburinho do Meatpacking, o museu de arte americana dobrou de tamanho e esbanja mirantes com vistas de Downtown e Midtown Manhattan (incluindo o Empire State), além da vizinha Hoboken, entre suas mais de 600 obras, com trabalhos de Jasper Johns, Edward Hopper, e Georgia O’ Keeffe. Lá, o ótimo chef Michael Antony, do chiquetoso Gramercy Tavern, assina também o clean e arejado restaurante Untitled, no térreo do museu, com agradáveis mesas na rua ao final (ou início) do High Line. O peixe, sempre fresco, é um sucesso.

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COMPRAS

Na Washington Street você encontra uma filial da Zadig & Voltaire e uma Vince, com malhas incríveis, entre outras lojas interessantes de estilistas pouco conhecidos. Na rua ao lado, a 12th Street, há as grifes Tory Burch e Ted Baker. Mais pra cima, no limite com o Chelsea, veja Diane von Furstenberg, Doyle & Doyle e Levi’s.

LE BAIN

Vistas escandalosas, gente bonita, boa música e drinks (prove o de pepino!) no disputado terraço do hotel top The Standard High Line (diárias desde US$ 358, RESERVE AQUI!), em cima do High Line, com cadeiras e pufes rosas virados para o novo One World Trade Center, barraquinhas de crepe e piscina animada (e quentinha) no andar debaixo. O melhor horário pra ir com certeza é no pôr do sol.

GANSERVOORT MARKET

Mercado charmosíssimo com várias comidinhas vendidas em estações e um espaço bucólico com mesas, que parece um jardim coberto. Não deixe de provar os cupcakes da Dana’s Bakery. É uma ótima alternativa pra quem não quer encarar as filas do Chelsea Market.

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ONDE COMER

Pra comer um café da manhã tipicamente americano, o Bubby’s tem aqueles pratos gordurosos de ovo com bacon que nenhum hotel supera. As barraquinhas do Ganservoort Market tem de sanduíches a gostosos cupcakes e sorvetes, se a pedida por beliscar. Já o Serafina, com filial também em São Paulo, tem pizzas fininhas pra forrar o estômago. Se a pedida for um jantar elaborado, escolha entre os italianos Valbella e Scarpetta, o francês Bagatelle (que vira quase uma balada depois), o FIG & OLIVE, de comida mediterrânea, ou o The Standard Grill, no hotel The Standard High Line (diárias desde R$ 358, RESERVE AQUI!), de carne. Também há o supracitado Untitled, no Whitney.

SAIR À NOITE

O Meatpacking é a região de Manhattan pra sair à noite em baladas sofisticadas com público arrumadinho. Dá pra começar os drinks no Le Bain, no Serafina ou no Bagatelle e partir pra baladinha Catch (também restaurante, de frutos do mar) com um agradável terraço ao livre durante o verão. A Provocateur, no chiquetoso hotel Gansevoort (diárias a partir de US$ 356, RESERVE AQUI!) e a Cielo também são boas escolhas. Já no Chelsea fica a 1 Oak com seus clientes-celebridades AAA.

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