A cidade mais desejada do mundo é romântica e é modernosa, é cosmopolita e é provinciana, é conservadora e é antenada.
Escolha sua mesinha em uma esquina da Paris do século 21 enquanto toma um café na clássica Montmartre; sinta muita emoção ao ver ela, a Torre Eiffel, o cartão-postal mais famoso de todos; e veja museus de peso, lojas únicas e toques de boemia no miolo nobre dos arredores do Louvre, da Ópera Garnier e das pontes sobre o Rio Sena. Roteiro Paris: vem ver aqui o que fazer na primeira viagem à Cidade-Luz num itinerário perfeito de 3 dias.
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ROTEIRO PARIS: 3 DIAS PARA INICIANTES




ÍNDICE:
- Quando ir para Paris?
- Quantos dias ficar em Paris?
- Onde ficar em Paris?
- O que levar para Paris?
- Roteiro Paris: Dia 1
- Roteiro Paris: Dia 2
- Roteiro Paris: Dia 3
Quando ir para Paris?
Paris é gostosa para visitar em qualquer época. Entretanto, os meses mais agradáveis são os meses de setembro, outubro, dezembro. Entre março e junho, as temperaturas da primavera são mais amenas, mas pode haver bastante chuva. Julho é um mês muito quente, com picos de calor horríveis. Já setembro e outubro são os meses de outono. As árvores ficam amareladas e laranjas nos jardins e nas ruas parisienses e é uma delícia passear em museus e sentar nas terrasses dos cafés. Dezembro é um mês delicioso de ir para Paris, por conta da magia do Natal. A cidade é tomada por luzes, principalmente a Avenue Champs-Elysées. Os dias são mais curtos, mas é uma delícia para curtir as feirinhas de Natal, tomar chocolate e vinho quente. Janeiro e fevereiro são meses muito frios e os dias são mais cinzentos. Não recomendo ir.
Quantos dias ficar em Paris?
Dá para conhecer alguns dos principais pontos da cidade em três dias. Mas se quiser ter tempo de viver a capital, conhecer os spots preferidos dos parisienses e ter uma experiência mais local e autêntica, o ideal é reservar uma estadia de sete dias na Cidade Luz. Neste post trazemos um roteiro Paris de três dias para garantir que você conheça o essencial da capital em 72 horas.
Onde ficar em Paris?
Crayon Rouge

Não tem como errar escolhendo um hotel pertinho do Palais Royal. Moderno e agradável, este hotel fica a apenas 350 metros do Louvre. Sua decoração é um mix de moderninho e vintage. O café é servido numa mesa dentro de uma cozinha supercharmosa.
(diárias desde € 141)
Hotel Paradis

No pedacinho gentrificado da Gare du Nord é uma opção de estadia com uma vibe mais local, mas ainda perto de pontos turísticos, estando a 20 minutos a pé do Opéra. O hotel tem 38 quartos coloridos, com papéis de parede estampados e decoração moderna. (diárias desde € 127)
Mama Shelter

Tem decoração assinada por Philippe Starck, o que quer dizer ambientes ecléticos à meia luz, com toques divertidos como máscaras de vilões e super-heróis nas cabeceiras. É frequentado por uma galera cool que no verão não perde os drinks no rooftop com vistas. (diárias desde € 83)
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O que levar na mala para Paris?

Uma boa nécessaire é essencial para uma viagem a Paris. Essa tem dois compartimentos amplos com zíper, e é super espaçosa. Leve vazia para fazer a festa em uma pharmacie, com produtinhos da Nuxe, Caudalie e Bioderma 😉

Em Paris, o mais prático e seguro é andar com uma bolsa crossbody, mantendo-a na frente do corpo, principalmente no metrô. Essa tem o tamanho perfeito para colocar documento, dinheiro, passe do metrô e álcool-gel.

Um tênis confortável é um must para tantas caminhadas em Paris. Esse da Yuool, vendido na Yogini, é produzido com 50% algodão orgânico e 50% garrafa pet reciclada. Além de ser estiloso e combinar com vários looks, é super confortável.

Esse óculos estilo vintage da Zerezes vai deixar seus looks muito mais estilosos. Imagina fotografar com ele na frente da Torre Eiffel? O modelo se chama lea, e contém proteção 100% contra raios UV. também é possível pedir a opção solar com grau.
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Veja aqui o nosso roteiro Paris para 3 dias

ROTEIRO PARIS: DIA 1
MANHÃ: Uma boa maneira de começar seu roteiro Paris é mergulhar de cara no clichê dos clichês: a Torre Eiffel. Pra chegar lá, pegue a linha 6 do metrô e desça um pouco antes da torre na estação Bir Hakeim (linha 6), onde você tem a ponte de ferro homônima que já foi cenário do filme A Origem, protagonizado por Leonardo DiCaprio, e uma vista linda para a Dama de Ferro. Siga as bordas do Rio Sena e voilà: você estará embaixo do cartão-postal mais famoso do mundo.
Quando foi construída para a Exposição Universal de 1889 celebrando o centenário da revolução, a Torre teve forte oposição da elite artística e literária de Paris. Ela só foi salva pois provou ser uma plataforma ideal para antenas de transmissão de rádio. Hoje, é um dos pontos turísticos mais visitados do mundo.
Quem faz questão de subir no monumento tem que desembolsar € 36,70 para chegar até o topo de elevador – compre o ingresso com horário marcado aqui. Indo lá em cima ou não você com certeza vai querer se sentir parte daquilo tudo fazendo um piquenique improvisado no comprido gramado embaixo do monumento. Vale comprar moranguinhos, vinho, baguette, chocolates e o que mais bater na telha em lojinhas próximas à área, armar uma canga no chão e ficar ali degustando besteiras e admirando a Torre Eiffel.

TARDE: Na hora da fome vá ao Les Ombres, restaurante localizado no Musée Quai de Branly – o Museu de Artes e Civilizações da África, Asia, Oceania e América, um prédio de vidro coberto por plantas que fica ao lado da Torre Eiffel. O menu com entradinha, prato principal e sobremesa sai por € 48.
Outra opção é continuar o caminho às margens do Rio Sena, na Quai d’Orsay direto para a Pont Alexandre III, a ponte com postes de luz e ornamentos em dourado que é a mais suntuosa de Paris. Ela foi construída para a Exposição Universal de Paris em 1900 como símbolo da amizade entre os povos russo e francês. Atracado ao cais, próximo à ponte fica o Bistrot Alexandre III, que serve escargots, risottos, carnes e pratos de queijo .


ROTEIRO PARIS: Depois do almoço, atravesse a ponte Alexandre III, passando entre os suntuosos centros de exposição Petit e Grand Palais até chegar na Avenida Champs-Élysées. Andando até o fim da avenida você chega na imponência do Arco do Triunfo, monumento que é símbolo da vitória francesa, construído às ordens de Napoleão. Mas guarde o fôlego, porque são mais de 280 degraus até seu topo. Dentro do Arco você tem um museu bem interessante e rapidinho que explica o processo de construção do monumento e sua ligação com a história francesa. O acesso custa € 12. Para comprar seu ingresso com antecedência, clique aqui.


Na Champs, você tem das lojas de grife mais luxuosas como a Cartier, a Louis Vuitton e a Guerlain até as de praxe que a gente ama como a Sephora e a Zara. Não deixe de passar no supermercado Monoprix – um tipo de Target francês, pra comprar objetos de decoração e marcas de maquiagem mais baratinhas como a L’Oréal e a Maybeline.
No número 75 você tem a famosa Ladurée, onde a boa é aproveitar pra tomar um chazinho da tarde sem pressa nas mesinhas externas observando o movimento da avenida e e experimentar os icônicos macarons da marca. Os de pistache e vanilla são os que mais saem.
LEIA TAMBÉM: Onde encontrar os melhores macarons de Paris
Como visitar o Palácio de Versalhes a partir de Paris
ROTEIRO PARIS: Do Arco desça toda a Avenida Champs-Élysées até chegar na Place de la Concorde. A caminhada é demoradinha, mas as calçadas são super largas e, como já sabemos, recheadas de vitrines incríveis. Ao passar pelo obelisco, você entrará no Jardim das Tulherias, que fica ainda mais lindo com a luz do entardecer. Aproveite para sentar nas cadeiras de ferro à beira das fontes ou embaixo das árvores e descansar por alguns minutos.

Saia pelos portões laterais do jardim e siga pelo burburinho da Rue Rivoli. Do outro lado da rua você vai ver algumas lojinhas de souvenires (em tempo: não compre nada ali; tudo é bem mais em conta em Montmartre). Se estiver frio e bater aquela fome, você pode tomar um chocolate quente no elegante salão de chá do Angelina (226, Rue de Rivoli).
De lá é fácil chegar na Rue Saint-Honoré (a Quinta Avenida francesa, onde os locais chiques realmente vão pra comprar) e você chegará ao suntuoso Palais Royal, um complexo que reúne um palácio, um jardim à francesa e lojinhas bem autênticas. Não deixe de ir no pátio do palácio para muitas fotos nas Colunas de Buren, todas listradinhas e super fotogênicas. Você está a um passo do Louvre (se quiser, inclusive vale uma passada na icônica pirâmide de vidro pra fotografá-la no crepúsculo), mas deixe a visita pro dia seguinte.
NOITE: Quem quiser um jantar de luxo em um restaurante com estrela Michelin pode continuar por ali e comer no Le Grand Véfour, que fica nos jardins do complexo e serve pratos da alta gastronomia francesa como pombo recheado com foie gras e lagosta azul com pimenta Espelette. Quem quiser algo mais em conta, mas ainda ter uma experiência autêntica pode ir no L’Émil, uma brasserie parisiense que serve clássicos franceses em um ambiente elegante e acolhedor.
Se quiser fazer uma caminhada depois do jantar, pegue a Rue de la Pont Neuf até chegar às margens do Rio Sena: você dá de cara com a ponte mais antiga de Paris, que fica mais linda ainda de noite, toda iluminada. Dali, você pode pegar a linha 7 do metrô, estação Pont-Neuf, e seguir pro hotel.

ROTEIRO PARIS: DIA 2
MANHÃ: O Museu do Louvre abre de quarta a segunda às 9h da manhã. Pra evitar as longas filas de espera, faça dele o primeiro ponto de visita do seu segundo dia. A estação de metrô mais próxima do museu é a Palais-Royal Musée du Louvre (linhas 1 e 7 do metrô). Pra conhecer o essencial do Louvre, você precisa de no mínimo duas horas. Deixe sua mala no guarda-volumes (serviço gratuito) e saia à caça da Monalisa, da Vênus de Milo, dos apartamentos de Napoleão e das esculturas de Michelangelo. As entradas custam € 32.


TARDE: Saindo do museu vá às margens do Rio Sena para conferir a Pont des Arts, a antiga ponte dos cadeados. Atravesse-a e ande dez minutos pela charmosa Rue Bonaparte, repleta de restaurantes, galerias e boutiques. Chegando no Boulevard Saint-Germain, vire à direita rumo ao Café de Flore, café histórico frequentado por ninguém mais ninguém menos que Pablo Picasso e Jean-Paul Sartre. Ali, você pode comer o clássico croque-monsieur, uma espécie de misto-quente coberto de queijo, por €14, acompanhado de uma taça de vinho.
Depois do almoço, siga pela Rue Bonaparte até chegar no lindíssimo Jardim de Luxemburgo. Passeie pelo parque e aprecie toda beleza arquitetônica do prédio do senado, curtindo o frescor da fonte e fotogrando as flores coloridas.
Dali, na saída da Rue de Médicis, desça toda a Boulevard Saint-Michel até chegar na beira do Rio Sena. Olhando pra sua direita você já vai enxergar a Catedral de Notre-Dame. Mas, antes de ir até lá, faça uma parada na livraria inglesa Shakespare & Company, ponto de encontro dos escritores norte-americanos, com paredes e paredes cobertas de livros.

A próxima parada é a Catedral de Notre-Dame. Obra-prima da arquitetura gótica francesa e ponto focal da Paris católica há sete séculos. O local tem 10 milhões de pessoas cruzando seus limiares a cada ano e pisando na estrela de bronze da calçada que indica o ponto zero das estradas francesas. Após as lutas de Revolução Francesa, a catedral ficou em ruínas, até que em 1831 o romance O Corcunda de Notre-Dame de Victor Hugo inspirou novo interesse na construção. Finalmente em 1991, o monumento foi tombado pela UNESCO. Em tempo: a catedral é dedicada à Notre Dame, ou Nossa Senhora, a Virgem Maria. O acesso ao interior da basílica é gratuito, mas dependendo do dia você tem que esperar uns 20 minutos na fila. Atrás da Catedral você tem a Square Jean XXIII, uma praça bem gostosinha, onde você pode sentar e olhar as costas da catedral sem ficar na muvuca.
ROTEIRO PARIS Depois é só seguir atravessando a Pont Saint-Louis pra chegar na Île Saint-Louis, uma ilhazinha bem pitoresca que fica no meio do Rio Sena. Quem quiser pode tomar o melhor sorvete de Paris, na Berthillon (88, Rue Saint-Louis en Île).

NOITE: Saia da ilha pela Pont Marie e siga a Rue des Nonnains d’Hyères até chegar na estação de metrô da linha 1, Saint Paul. Pegue o metrô em direção a estação Vincennes e desça na Gare de Lyon (duas estações depois). Siga oito minutos na Rue Charles Baudelaire pra tomar um vinho extraído direto do barril no Le Baron Rouge. Essa região é extremamente conhecida como o centro dos melhores chefes de Paris. Logo, as opções de restaurantes são inúmeras. Você tem a cozinha italiana do Passerini que serve pratos rústicos, porém refinados e com um preço justo, por volta de € 30 – nada mal para o que se diz ser o melhor restaurante italiano de Paris. Pra quem quer algo mais à francesa, pode ir no Bistrot Paul Bert, um antigo açougue transformado em um restaurante supercozy.


ROTEIRO PARIS: DIA 3
MANHÃ: Comece o seu último dia às 10h visitando o suntuoso Palais Garnier, também conhecido como Opéra de Paris. O lugar não é prioridade pra quem está em Paris pela primeira vez, mas deveria ser! A decoração em mármore com ornamentos dourados é majestosa. Ao entrar na sala de espetáculo não tem como não ficar impressionado com o teto todo colorido pintado por Chagall nos anos 1960. A entrada custa € 25 e a visita dura cerca de uma hora.

ROTEIRO PARIS Do Opéra é fácil chegar na Galeries Lafayette, loja de departamento que vende roupas, artigos de decoração, bolsas, maquiagem, utensílios de cozinha, objetos de papelaria das marcas mais luxuosas e extravagantes. Mesmo que não queira fazer compras, entre pra conferir o teto de vidro no centro da galeria e também o terraço com vista incrível de Paris.
TARDE: Próximo a Galeries Lafayette, pegue o ônibus 95 (sentido Porte de Montmartre) e desça na Damrémont-Caulaincourt, em Montmartre. O ponto fica bem pertinho do Terrass Hotel que tem um restaurante incrível, com vista panorâmica para Paris.

ROTEIRO PARIS: Saindo dali, você pode pegar a Rue Lépic para começar a adentrar a parte mais bucólica de Montmartre com suas ruas em paralelepípedo e arborizadas. Pouco a pouco a basílica de Sacré-Coeur vai aparecer atrás de alguns prédios, suntuosa e imponente ela se destaca no meio de toda a simplicidade artística de Montmartre. Sua arquitetura romana e bizantina não é tão popular entre os parisienses, mas a igrejona faz muito sucesso entre os turistas que lotam seus degraus.

Finalizada em 1914, começou a se erguer em 1870 em louvor ao Sagrado Coração de Jesus, numa promessa feita na guerra franco-prussiana. Hoje sua cúpula de 80 metros é o segundo ponto mais alto de Paris (só perdendo pra Torre Eiffel). Entre seus tesouros está a escultura da Virgem Maria, o Menino de Brunet e, claro, o panorama inigualável da Cidade Luz. É no fim do dia que a vista fica ainda mágica, quando o céu ganha um tom alaranjado e as luzes da cidade começam a se acender.
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Passeie pelo burburinho turístico que é a Place du Tertre, uma praça repleta de desenhistas e pintores de rua prontos para fazer um retrato seu em troca de algumas dezenas de euro. Não vá em nenhum café dessa praça, eles são caros e de péssima qualidade. Se estiver com sede prefira ir no Le Consulat (18 Rue Norvins), um café charmosinho com mesinhas redondas na calçada e flores na janela do andar de cima – a cara de Montmartre.
Passeios em Paris: voltando à Sacré-Cœur, pare alguns minutos pra observar a vista de seus gramados verdes, onde todo mundo se reúne pra assistir o entardecer; fotografe a Torre Eiffel das grades à direita da estação do funicular (melhor foto!); e então siga o passeio descendo as escadarias da Rue Foyatier, que te levam à base de Montmartre.



Na Rue de Steinkerque, que fica bem em frente ao carrossel, você tem a lojinha de souvenires L’Atrappe Coeur – simplesmente *O* melhor lugar pra comprar presentinhos legais e baratos.
NOITE: Depois de todos esses passeios, vale voltar para o hotel, descansar um pouco, tomar um banho e sair para jantar. Para encerrar a viagem com chave de ouro, recomendo uma refeição estrelada na suntuosa Place des Vosges, no restaurante estrelado Anne, do Hotel Le Pavillon de la Reine. O espaço é intimista, com apenas oito mesas, e o menu é assinado pelo chef Thibault Sombardier. Reserve com antecedência pelo site.
Por fim, encerre a viagem com uma caminhada tranquila saindo pela Place des Vosges e caminhando pelo bairro do Marais – o mais antigo de Paris onde você encontra prédios que datam da Idade Média. As luzes amareladas desse bairro dão aquele charme parisiense típico de filme.
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Veja aqui 3 livros sobre Paris:

Livros de contos são perfeitos para viagens justamente pela brevidade das histórias, que podem ser lidas no avião, no ônibus ou no trem. Paris Para Um E Outros Contos, da Jojo Moyes, reúne dez histórias curtas e divertidas sobre mulheres que se veem diante de situações inesperadas. No conto que dá título à obra, Nell viaja sozinha para Paris depois de ser abandonada pelo namorado na estação e acaba descobrindo uma nova versão de si mesma.

Paris é uma Festa é um livro póstumo, parecido com um diário. Nele, não somos apresentados a contos ou romances clássicos de Ernest Hemingway, mas sim a uma narrativa mais íntima, que descreve como era viver em Paris na década de 20. Escrito com humor, o livro foca no amor e num período em que quem quisesse adentrar no mundo das artes, se refugiava em Paris. Assim, o autor nos conduz pelas páginas como um guia, contando as maravilhas locais.

A livraria mágica de Paris foi best-seller nos Estados Unidos, figurando várias semanas na lista do New York Times. É um romance que conta a história de Monsieur Perdu – um “farmacêutico literário” que possui um barco-livraria ancorado no rio Sena. Lá, ele analisa a dificuldade de cada cliente e prescreve livros capazes de curá-los. A única pessoa que ele não consegue curar com seu método é ele mesmo, que há anos vem sendo assombrado por uma desilusão amorosa.
Giovanna,
Adorei seu roteiro, entre tantas opções na internet, acho que suas preferências combinam com as minhas. =)
Vou com certeza usar boa parte em minha viagem para Paris lá na próxima semana.
Obrigada!
Luciana
Muito bom o roteiro! Gostei bastante, com certeza seguirei suas dicas.
Gostaria de uma sugestão, onde eu poderia encaixar o Palácio de Versalhes? Vou ter mais metade de um dia (chegarei na hora do almoço).
Tudo depende das datas da sua viagem. Evite ir nos finais de semana para Versalhes. Você pode ir na manhã do terceiro dia, voltar para Paris umas 15h, visitar o Marais rapidinho e ver Montmartre à noite. No meio dia que você tem sobrando pode ir no Opéra e Galeries Lafayette. Vai ser um pouco cansativo, porque esse roteiro foi feito bem calculadinho para você fazer tudo em um dia específico, mas com essa adaptação dá para visitar tudo ?
Amei o Roteiro! Obrigada pelas dicas, com certeza irei usa-las no meu roteiro!
Olá Giovanna! Que delicia de roteiro…muito bom mesmo. Ele com certeza será seguido 🙂
Uma pergunta: a maioria desses passeios são possíveis fazer a pé?
E quanto ao metro, eles funcionam bem?
São super possíveis sim e o metrô conecta a cidade inteira 😉
Que delícia de roteiro! Já me programando para quando acabar a pandemia! Obrigada!
Oba! Bon voyage, Tania! 😉
oii, que delicia!
Estou em busca-criando um roteiro para set-out de 2024 dois dias em Paris, com hospedagem ali perto da Torre Eiffel e depois seguir para dois dias na Disney Paris com hospedagem lá dentro também, irei com criança. Dicas?
Muito obrigada
Ei, Giovanna! Passando para deixar um muito obrigado por esse roteiro muito bem desenhado! Eu já tinha na cabeça a maioria dos pontos turísticos que você citou, mas não fazia ideia de como me organizar, sabe? Você facilitou tanto a minha vida hahaha. Arrasou muito. Abraços