ÍNDICE:
- O que é slow travel?
- Quais são os benefícios do slow travel?
- Qual a diferença de slow travel e turismo do sono?
- Por que praticar o slow travel?
- Como ser um slow traveler
O que é slow travel?
Como o próprio nome já diz, slow travel é uma filosofia de viajar sem pressa, ou seja, em vez de encaixar sete países em dez dias, você escolhe um lugar (ou poucos) e passa mais tempo nele, conhecendo de verdade a rotina, a comida, os costumes e o ritmo local. Menos destinos, mais tempo em cada um – como se fosse a rotina do morador, e não do turista. Em vez de passar dois dias em cada cidade, você fica uma semana, um mês, ou até mais.



Quais são os benefícios do slow travel?
MENOS ESTRESSE E CORRERIA
MAIS TEMPO PARA DESCANSAR
MEMÓRIAS MARCANTES
EXPERIÊNCIAS AUTÊNTICAS
TURISMO CONSCIENTE
MAIS ECONÔMICO
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Qual a diferença de slow travel e turismo do sono?
O slow travel desacelera o roteiro, ou seja, menos destinos, mais tempo em cada lugar. Já o turismo do sono desacelera o corpo, com foco em hospedagens e rotinas pensadas para você realmente descansar. Mas se pararmos para pensar, os dois nascem de uma ideia parecida de que viajar não deveria ser algo cansativo e simplesmente para dar o check na wishlist, mas sim, sobre estar imerso na experiência.

Se você ainda não conhece o conceito, vale a pena conferir:
O turismo do sono ganhou espaço no Brasil a partir de estudos da Cia do Sono, marca especializada em tecnologia do sono desde 1987. É uma tendência de viagem em ascensão, onde o foco é o descanso e uma recuperação profunda – e isso vai muito além do ato de dormir. Estamos falando de hotéis que se preocupam com o momento do sono, mostrando atenção nos detalhes: com programas exclusivos, isolamento acústico, cobertores e menus de travesseiros personalizáveis. Isso sem falar de rituais como chás de ervas antes do sono, máscaras para dormir de seda e aromaterapias relaxantes.


Sobre a CIA do Sono
A Cia do Sono surgiu de uma necessidade simples: dormir melhor. Um dos fundadores buscava uma solução para dores na coluna e acabou encontrando em uma tecnologia japonesa um alívio imediato – e foi a partir daí que a marca começou. Hoje, a empresa é super consolidada no mercado brasileiro: foi reconhecida pela revista Veja como o “Melhor Colchão do Brasil”. A marca segue nessa linha, desenvolvendo colchões personalizados para cada pessoa com um atendimento personalizado, camas e travesseiros com tecnologias que ajudam a alinhar a coluna e reduzir pontos de pressão, além de ampliar o olhar sobre o descanso como um todo e parte da experiência.
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Por que praticar o slow travel?
Porque permite viver a cidade como morador, não como turista – conhecendo a rotina, a comida e os costumes locais com calma. Além disso, reduz o estresse da viagem corrida e ainda pode sair mais em conta, já que você gasta menos com deslocamentos entre destinos.
O fato é: planejamos 520 destinos em duas semanas, passeios loucos de bate-volta que saem às 5h e chegam às 22h. Parece que um bichinho fica gritando na nossa orelha “vamos enfiar mais uma cidade nesse roteiro”. A superficialidade vence o entendimento profundo, as experiências são suplantadas pela exaustão. E a ilusão de que você de fato conheceu alguma coisa. E é aí que entra o slow travel, inspirado no slow food, um movimento italiano criado nos anos 1980 em resposta à globalização das redes de fast food. No slow food, prega-se a preservação de comidas regionais, o uso de ingredientes de alta qualidade fornecidos por produtores locais, entre outras iniciativas para enobrecer a experiência gastronômica. No slow travel, a pressa é a principal inimiga da viagem saudável.



Como ser um slow traveler?
1) Fique mais tempo. Em uma mês na Europa, faça 5 cidades em vez de 25. Fique 7 dias em Buenos Aires em vez de 2. Curta 15 dias em Cuba em vez de 5. Pense em conhecer a fundo um destino, sem muito check-in, check-out, sem muito abre e fecha de mala num intervalo menor do que 24 horas.
2) Permita-se sair sem planos, deitar num parque e ver passar o tempo, fazer almoços longos. A tentação é grande, eu sei, mas tire da cabeça ideias como “ir à Roma e não ver o Papa” e “eu não sei quando vou estar aqui de novo”. Não interessa o que você deixou de ver, pense em aproveitar mais o que você pode ver: não acorde cedo se você está a fim de dormir mais, não fique em 15 filas por dia só para ticar cartões-postais, não se submeta a tours “veja a cidade toda em duas horas”.
3) Se hospede em apartamento ou casa alugada. Ambos permitem que você adquira uma experiência um pouco mais autêntica: vá em feiras e mercados para abastecer a geladeira, conheça gente da vizinhança, viva quase como um local. Fora que tendo mais espaço, dá mais vontade de ficar. (Veja mais sobre aluguel de temporada aqui)

DICA: leve seu travesseiro para a viagem! Além de deixar a cama mais confortável, ele ajuda a manter uma posição de sono à qual seu corpo já está acostumado. A Cia do Sono se destaca por desenvolver modelos pensados para diferentes perfis de sono, com foco em ergonomia e adaptação. Em vez de uma solução única, a proposta é oferecer variações que atendem desde quem precisa de mais suporte cervical até quem busca versatilidade no uso.
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Sleep Well: modelo da Cia do Sono ergonômico que combina o formato anatômico e conforto. Ideal para quem alterna entre dormir de lado e de barriga para cima, ajudando a manter o pescoço e a cabeça bem alinhadinhos.

Essence Plus: bem prático, pode ser usado em diferentes posições. O tecido tem toque macio, além de um tratamento que utiliza infravermelho longo. É uma ótima opção para quem busca um travesseiro versátil.

Cervical: o formato do travesseiro cervical acompanha a curvatura do pescoço e preenche o espaço entre o ombro e a cabeça. Conta com uma camada extra de espuma, que ajuda a deixar o travesseiro na altura certa.

Essence Plus Multicamadas: tem três camadas que permitem ajustar a altura do travesseiro. O tecido com fio Emana® ajuda na circulação sanguínea. É uma opção ideal para quem muda de posição.

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4) Evite redes internacionais de cafés e restaurantes. Não precisa tomar café no Starbucks, com certeza existe alguma padaria local nas proximidades. Priorize estabelecimentos independentes. (Vai fazer refeições sozinho? Veja mais dicas aqui)
5) Faça trabalho voluntário. Ou um curso de culinária. Se inscreva naqueles sites de fazer refeições na casa de locais, como o Eat With. Alugue bicicletas e pedale por aí. Procure experiências que aumentem e enriqueçam seu contato com o destino. (Veja o melhores sites pra fazer intercâmbio quase de graça)
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Adoro suas dicas. Viajei com meu marido para Washington e NY e ficamos em apartamentos alugados pelo Airbnb. Foi uma experiência maravilhosa. Fomos em março e pegamos o 1º dia da nevasca em Nova Iorque, foi muito gostoso poder ficar admirando a Broadway se cobrindo de neve pela janela do apartamento, tomando chocolate quente.