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Onde ficar em Aruba: as melhores praias e hotéis selecionados

Onde ficar em Aruba? O mais perto da praia possível, se não pé na areia.

Em lugares como Aruba grande parte da experiência está em curtir a estrutura do hotel. É o modus operandi de grande parte do Caribe, ir direto do café da manhã para o mar. Nesse caso, economizar com a hospedagem não vale a pena. Por isso, não se engane com opções baratex longe do mar que ver por aí.

LEIA TAMBÉM: Dicas de Aruba: tudo que você precisa saber sobre a ilha

Sobre os preços: a melhor dica que eu posso dar é VÁ ENTRE ABRIL E AGOSTO. Essa época é considerada a baixa temporada, porque é tempo de férias de verão para os americanos (eles vêm mais de dezembro a março, quando está frio por lá). Isso significa que os preços dos hotéis caem para menos da metade.

Onde ficar em Aruba: os melhores lugares pra se hospedar estão Eagle Beach e Palm Beach, contíguas. A primeira é mais calminha, onde estão os hotéis em edifícios mais baixos (a chama zona “low rise”). Em Palm ficam os prédios mais altos. Não vale a pena ficar na capital Oranjestad, movimentada demais e longe dos trechos bons de praia.

Onde ficar em Aruba:

The Mill Hotel Aruba (diárias a partir de US$ 90)

Onde ficar em Aruba: ele fica a uma caminhadinha um pouco mais longa do que a gente gostaria da praia (Palm Beach), mas tem um carrinho de transfer que leva e busca (e dispõe espreguiçadeiras na areia). Os quartos são a melhor parte desse hotel econômico: espaçosos e novos, muitos com banheira. O café da manhã também é aprazível. A área que lazer é bem simples, com uma piscina pequena.

MVC Eagle Beach (diárias a partir de US$ 126)

É um hotel bem simplinho, com uns quartos limpos e coloridos tipo da casa da sua tia em Peruíbe, uma piscininha meia-boca e restaurante. Seu grande mérito é: ele é sua chance de pagar menos e ficar direto na areia da praia.

Beach House Aruba (diárias a partir de US$ 95)

Do outro lado da rua da Hadicurari Beach (continuação de Palm Beach), tem 8 quartos fofos e coloridos com cozinha, piscina com jardins e rede. O ponto baixo é que não tem restaurante (e nem café da manhã).

Amsterdam Manor Beach (diárias a partir de US$ 180)

Ainda na zona low rise (precisa atravessar a avenida pra chegar na praia), tem quartos amplos tipo flat, boa piscina, dois restaurantes e oferece snorkel e bicicletas grátis.

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La Cabana (diárias a partir de US$ 186)

Resortão em fente a Eagle Beach, com piscina com lagoa, cascata e hidro, dois restaurantes, sauna, quadras de squash, salão de jogos, cassino e spa.

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Manchebo Beach Resort & Spa ( a partir de US$ 250)

Onde ficar em Aruba: trecho ótimo da praia com areia fofinha, quatro restaurantes e bares, aulas de yoga e pilates de graça, spa e jardins bem cuidados. Bastante romântico.

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Aruba Marriott Resort (diárias a partir de US$ 269)

Direto na areia da praia de Palm Beach, tem suítes com sala de estar, nove (!) restaurantes e bares, piscina maravilhosa, spa e o maior cassino de Aruba.

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Hilton Aruba Caribbean (diárias a partir de US$ 279)

Um dos preferidos dos brasileiros que vão à Aruba, tem a boa estrutura que a gente espera de um resort: atividades na praia, piscinonas, bar animado, quartos renovados, um ótimo spa e próximo das atrações de Palm Beach. O cassino é bem mambembe. Ponto baixo também para os papagaios presos em gaiolas.

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Boardwalk Hotel (US$ 337 até quatro pessoas)

Hotel gracinha com decoração rústico-praiana e um belo jardim rodeando uma piscina. Muitas acomodações têm cozinha completa, o que é bom pra economizar com refeições. Tem apenas 14 quartos, o que traz uma experiência mais intimista de hospedagem. Precisa atravessar uma avenida pra chegar na praia.

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Bucuti Tara Beach Resort (diárias a partir de US$ 350 com café da manhã)

Onde ficar em Aruba: o hotel mais charmoso da ilha, com pegada boutique e que só aceita adultos. O exterior colonial esconde o interior mais contemporâneo, com spa, academia e um restaurante. Na areia há guarda-sóis e cabanas e piña coladas a um estalar de dedos. Seu fosse de lua de mel, ficaria aqui.

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A autora

Betina Neves

Betina Neves

Editora do Carpe Mundi, viaja pra trabalhar e trabalha pra viajar. É jornalista freelancer e já escreveu pra Viagem e Turismo, ELLE, Claudia, Vamos LATAM, Superinteressante, Cosmopolitan, VEJA São Paulo, Folha de S. Paulo, entre outras publicações.


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