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Lugarzinhos pra comer em Courchevel, a badalada estação de esqui francesa

Courchevel é uma estação de esqui francesa superconhecida por sua aura de ostentação.

É o destino preferido de inverno dos milionários
russos, das celebridades do cinema e de famílias inglesas endinheiradas procurando glamour.

E também de turistas comuns em busca de neve na Europa, que, de uns tempos pra cá, está cada vez mais rara.

A poucos quilômetros de Lyon e de Genebra e facilmente acessível de ônibus, dá pra fazer uma viagem a Courchevel mesmo sem um orçamento tão polpudo. Selecionamos os melhores endereços com preços amigáveis pra tomar um café e comer em Courchevel, pra você incluir no seu roteiro invernal pela Europa.

ONDE COMER EM COURCHEVEL

Polar Café

polar-cafe-courchevel Novíssimo, o café foi inaugurado em dezembro em uma localização privilegiada de Courchevel 1850 (miolo onde tudo acontece), no centro comercial La Croisette, de onde saem teleféricos para as principais pistas. Pelos janelões de vidro dá pra ver a neve caindo enquanto se aprecia um chocolate quente do tipo viennois (aquele beeeem cremoso). As comidinhas, que vão de saladinhas frescas à cheesecakes, são todas feitas na casa (e o preço não vai causar um rombo na sua carteira).

Zinc des Neiges

zinc-des-neiges-courchevel No meio de restaurantes badalados onde um menu de almoço pode custar muito além do razoável esconde-se o pequeno bistrô de Frédéric Vardon, chef renomado que toca uma casa estrelada pelo guia Michelin em Paris, a 39V. Nessa empreitada mais modesta, o Zinc des Neiges, o menu de almoço custa € 26, com entrada, prato e sobremesa. No jantar a conta aumenta (o serviço é à la carte), mas dá pra experimentar uma ótima tartiflette, prato regional com batatas, bacon e queijo reblochon.

Le 9.9

le99courchevel Em termos de economia não há como superar o 9.9. Todos os dias no almoço o chef oferece um prato tradicional pelo preço mais que amigo de € 9,99. Com acréscimo de entrada e sobremesa a fórmula sobe pra € 15,90. Às terças-feiras, a sugestão é confit de canard, corte de pato confitado em sua própria gordura, enquanto na quinta a pedida é o boeuf bourguignon, guisado de carne francês bem potente. O restaurante fica no térreo de um hotel charmoso também com preços legais, o Tournier.

A autora

Patrícia Figueiredo

Patrícia Figueiredo

Colaboradora do Carpe Mundi, a jornalista, quando não está comendo, está pensando no que comer. Organiza seus roteiros de viagem guiada pelos melhores quitutes e já provou de tagine no Marrocos ao melhor fish & chips de Londres.

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