montanhas mais altas da América do Sul

Montanhas mais altas da América do Sul: ranking com as 11 maiores do continente

A América do Sul abriga algumas das paisagens mais impressionantes do planeta – e grande parte dessa grandiosidade vem das suas montanhas. 

Espalhadas principalmente ao longo da Cordilheira dos Andes, elas formam cenários de tirar o fôlego, atraem aventureiros do mundo todo e exalam história, cultura e curiosidades. Neste post, reunimos as montanhas mais altas da América do Sul e respondemos às principais dúvidas sobre esses gigantes naturais, passando pelo Chile, Argentina, Colômbia e mais.

ÍNDICE:

  1. Qual é a montanha mais alta da América do Sul?
  2. Quais são as três montanhas mais altas da América?
  3. Tem montanhas na América do Sul?
  4. O que levar para conhecer as maiores montanhas da América do Sul?
  5. Qual a maior cadeia de montanhas da América do Sul?
  6. Montanhas mais altas da América do Sul

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Qual é a montanha mais alta da América do Sul?

A montanha mais alta da América do Sul é o Aconcágua, com 6 961 metros de altitude. Localizado na Argentina, na província de Mendoza, ele também é o ponto mais alto de todo o continente americano e a montanha mais alta fora da Ásia. Apesar da altura extrema, o Aconcágua é considerado uma das grandes montanhas mais “acessíveis” para montanhistas experientes, já que não exige técnicas de escalada em gelo na rota normal.

MONTANHAS MAIS ALTAS DA AMÉRICA DO SUL

Quais são as três montanhas mais altas da América?

As três montanhas mais altas da América estão todas localizadas na América do Sul e fazem parte da Cordilheira dos Andes. A primeira é o Aconcágua, na Argentina, com 6 961 metros de altitude; em seguida vem o Ojos del Salado, entre Chile e Argentina, com 6 893 metros, que também é o vulcão mais alto do mundo. E por fim, a terceira é o Monte Pissis, também na Argentina, com 6 793 metros, uma montanha menos conhecida, mas igualmente imponente.

Aconcágua (6 961 m): Argentina
Ojos del Salado (6 893 m): Chile/Argentina
Monte Pissis (6 793 m): Argentina

Tem montanhas na América do Sul?

Sim – e muitas! A América do Sul é um dos continentes mais montanhosos do mundo, especialmente por causa da Cordilheira dos Andes, que atravessa diversos países como Chile, Argentina, Peru, Bolívia, Equador e Colômbia. Além dos Andes, também existem outras formações importantes, como a Serra do Mar e a Serra da Mantiqueira, no Brasil, e cadeias menores espalhadas pelo continente.

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O que levar para conhecer as maiores montanhas da América do Sul?

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MONTANHAS MAIS ALTAS DA AMÉRICA DO SUL

Qual a maior cadeia de montanhas da América do Sul?

A maior cadeia de montanhas da América do Sul é a Cordilheira dos Andes, com cerca de 7 mil km de extensão: ela é a maior cadeia montanhosa do mundo em comprimento e atravessa praticamente todo o lado Oeste do continente. Os Andes influenciam diretamente o clima, a biodiversidade e até a cultura dos países sul-americanos, além de abrigarem a maioria das montanhas mais altas da região.

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Montanhas mais altas da América do Sul

– Aconcágua, Argentina

O Aconcágua é simplesmente a montanha mais alta da América do Sul (e de todas as Américas), com quase 7 mil metros de altitude, e fica na Argentina, pertinho da cidade de Mendoza. Ele faz parte da Cordilheira dos Andes e está dentro do Parque Provincial Aconcágua. A boa notícia é que não precisa ser alpinista profissional pra visitar: existem trilhas e mirantes dentro do parque, e mesmo sem subir tudo, a experiência já vale muito. Uma curiosidade é que, apesar da altura extrema, o Aconcágua é considerado a montanha não técnica mais alta do mundo. Isso significa que, pela rota normal (pelo lado norte), não é necessário usar equipamentos de escalada em gelo, como cordas ou grampos. Mas isso não quer dizer que seja fácil: no topo, a pressão do ar é cerca de 40% menor do que ao nível do mar, o que exige muito preparo físico, resistência e, principalmente, um bom processo de aclimatação.

A melhor época para ir é entre novembro e fevereiro, durante o verão, quando o parque costuma estar aberto. Dica: mesmo só para passear, leve roupas bem quentes e se prepare para o vento e o frio – o clima muda rápido por lá.

MONTANHAS MAIS ALTAS DA AMÉRICA DO SUL

– Ojos de Salado, Chile

O Ojos del Salado é a segunda montanha mais alta da América do Sul – a mais alta do Chile e o vulcão mais alto do mundo. Ele fica na fronteira entre Chile e Argentina, na região da Puna do Atacama, um dos lugares mais áridos e impressionantes dos Andes, com paisagens desérticas, salares, lagos coloridos e até flamingos pelo caminho. A subida costuma ser feita pelo lado argentino e, apesar de parte do acesso ser em veículos 4×4, a escalada exige bom preparo físico. O percurso tem trechos íngremes, terreno de rocha solta, neve e até um pequeno trecho de escalada perto do cume. Os ventos lá são fortes e o ar muito seco, e em alguns pontos é possível até sentir o cheiro de enxofre por causa da atividade vulcânica leve no topo.

A boa notícia é que diversas empresas realizam expedições organizadas para a montanha, com transporte, guias, acampamentos, suporte de equipamento e muito mais – o que pode ser uma boa para quem nunca fez alta montanha ou quer mais segurança no percurso. Indicamos a Soul Outdoor, que já organiza trekking e subida ao Ojos del Salado com guias, logística e toda a estrutura.

– Monte Pissis, Argentina

Segundo vulcão mais alto do mundo e considerado a terceira montanha mais alta da América do Sul, o Monte Pissis se ergue no Norte da Argentina, em meio a paisagens remotas e praticamente intocadas. A região é extremamente seca, com cara de deserto mesmo, mas o topo da montanha abriga uma enorme geleira. O nome vem do geólogo francês Pedro José Amadeo Pissis, responsável por importantes estudos da área no século XIX. Mas não se engane: a escalada é difícil, com pouco acesso e quase nenhuma infraestrutura, indicada apenas para montanhistas experientes.

– Huascaran, Peru

Situada aos pés da Cordilheira Branca, a montanha fica no Parque Nacional Huascarán, que abriga glaciares, montanhas cobertas de neve e lagunas de águas cristalinas como a Laguna 69, conhecida pelo tom azul-turquesa. O nome indígena “Huascarán” vem do quéchua e significa algo como “picos nevados gêmeos”, uma referência direta aos seus dois cumes cobertos de neve. A montanha surge em meio a um cenário de vales profundos e paisagens naturais (considerada uma das mais bonitas dos Andes!). A região também abriga uma biodiversidade riquíssima, com espécies como o condor-andino, a vicunha e até o urso-de-óculos.

Huascarán é um destino interessante tanto para quem busca aventura quanto para quem só quer contato com a natureza.

– Nevado Três Cruces, Chile

Outra montanha fronteiriça dos Andes, o Nevado Tres Cruces fica na região do Atacama, a cerca de 200 km da cidade de Copiapó: possui mais de um cume e o principal conta com 6 748 metros de altitude. De origem vulcânica, acredita-se que sua última erupção tenha ocorrido há cerca de 22 mil anos, e hoje o maciço pode ser visto até mesmo a partir do Ojos del Salado. A montanha fica dentro do Parque Nacional Nevado Tres Cruces, uma área protegida de paisagens quase lunares, com geleiras, salares e lagunas como a Laguna Santa Rosa e a Laguna Negro Francisco, que atraem centenas de aves no verão, incluindo flamingos. Apesar do cenário desértico, a região abriga uma rica fauna, com vicunhas, guanacos, raposas, pumas e até condores.

A escalada é difícil e indicada apenas para montanhistas experientes, já que o acesso é remoto, o clima é extremo e a altitude impõe um desafio real até para os mais preparados.

MONTANHAS MAIS ALTAS DA AMÉRICA DO SUL

– Yerupaja, Peru

Considerada uma das montanhas mais difíceis de escalar da América do Sul, a Yerupaja, com 6 635 metros, é um verdadeiro desafio até para montanhistas experientes, com cristas afiadas, gelo instável e trechos de escalada extremamente técnicos. Ela é a segunda montanha mais alta do Peru e o ponto mais elevado da Cordilheira Huayhuash, uma região famosa por seus lagos verde-esmeralda e vales glaciares. A montanha impressiona pela sua face rochosa quase vertical, que se ergue como uma lança no meio da paisagem, mas justamente por sua dificuldade acaba sendo pouco escalada e muitas vezes ofuscada por picos mais populares da região. A dica é apostar nos trekkings ao redor da Huayhuash, que oferecem algumas das vistas mais bonitas dos Andes sem a necessidade de enfrentar rotas tão complicadas e perigosas.

– Incahuasi, Chile

O Incahuasi fica na fronteira entre Chile e Argentina, bem ao Nordeste do Ojos del Salado. Ele faz parte de uma enorme cadeia vulcânica de cerca de 50 km de extensão, formada por outros picos como El Muerto e Nevado Tres Cruces – todos ativos há milhões de anos. Hoje, o Incahuasi não possui geleiras permanentes, mas a presença de neve no topo é comum: cria um contraste incrível com a paisagem seca do deserto ao redor. Uma das curiosidades mais interessantes é que, apesar de a primeira ascensão “oficial” ser atribuída a exploradores europeus, no cume foram encontradas estruturas cerimoniais incas, o que indica que os povos indígenas já alcançaram esse vulcão muito antes, provavelmente no século XV. 

Dica: mesmo sem escalar, é possível ver o Incahuasi em travessias 4×4 e trekkings pela região do Atacama, onde a montanha surge no horizonte em meio a salares, vulcões e paisagens quase surreais.

– Tupungato, Chile

O Tupungato impressiona mais pelo contexto do que só pela altura: um vulcão gigantesco, isolado, em plena Cordilheira dos Andes, exatamente na fronteira entre Chile e Argentina. Apesar de ter menos altitude que o Aconcágua, é considerado por muitos montanhistas um desafio ainda mais duro, principalmente pelo clima imprevisível, pelos ventos constantes e pela ausência total de infraestrutura ao redor. Não há refúgios, não há resgate fácil e o acesso exige vários dias de caminhada em áreas praticamente desertas, o que transforma qualquer tentativa de cume em uma expedição real. Obs: o Tupungato não é uma montanha “turística” – quem quer apenas conhecer a região pode aproveitar os vales e travessias próximas a Santiago ou Mendoza para observá-lo de longe.

– Nevado Sajama, Bolívia

Com mais de 6 500 metros, a montanha tem um formato quase perfeito de cone, isolada no meio do altiplano boliviano. Essa aparência simétrica esconde um ambiente de alta montanha bem exigente, onde a altitude pesa desde os primeiros passos e o clima pode mudar rapidamente – ideal apenas para apreciar. É o ponto mais alto da Bolívia e se destaca de forma quase solitária dentro do Parque Nacional Sajama, uma região que reúne vulcões adormecidos, planícies infinitas, fontes termais e alguns dos cenários mais silenciosos dos Andes. Ao redor, não há grandes cidades, só vilas pequenas, rebanhos de lhamas, flamingos nas lagunas e florestas de quenua moldadas pelo vento.

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– Pico Simón Bolívar e Pico Cristóbal Colombo, Colômbia

Os dois pontos mais altos da Colômbia ficam na Serra Nevada de Santa Marta, bem ao Norte do país: o Pico Cristóbal Colón e o Pico Simón Bolívar. Eles são tão próximos em altitude que, até hoje, existe debate sobre qual realmente é o mais alto. As primeiras grandes expedições aconteceram no fim da década de 1930, quando montanhistas europeus e americanos fizeram medições no topo e apontaram o Colón como ligeiramente superior, por poucos metros de diferença – na prática, os dois são considerados “irmãos gêmeos” no topo do país.

O que torna essa região ainda mais especial é que ela não é apenas geograficamente impressionante, mas também culturalmente sagrada: é habitada por povos indígenas como os Kogi e Arhuaco, que veem a serra como o “coração do mundo” e, por muitos anos, proibiram a escalada por motivos espirituais. Por isso, subir esses picos hoje é algo raro e só acontece com autorização das comunidades locais. Para quem não vai escalar, a simples existência dessas montanhas já impressiona: em poucos quilômetros, elas sobem do nível do mar até quase 6 mil metros.

E aí, qual dessas montanhas você gostou mais? Comenta aqui embaixo!

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Por Maria Eduarda Paiva
@ddudapaiva_

Com os pés na areia e o coração em alto mar, acredita que viajar e conhecer novas culturas traz a oportunidade de evoluir e criar mais empatia. Carioca de sangue, já morou na praia, no interior, em cidade grande e no exterior - Duda está sempre disposta a sair da zona de conforto. Fez faculdade de jornalismo com o objetivo de dar voz aos que não tem.

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