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VIAGEM BRUXELAS

12 motivos pra Bruxelas entrar no seu próximo roteiro pela Europa

Capital da União Europeia, global e multicultural, histórica e, ao mesmo tempo, moderna.

LEIA MAIS: O que fazer em Bruxelas: 10 experiências pra não perder na capital belga

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Cidade democrática

Bruxelas é uma cidade para todo mundo. Seja por sua variedade de atrações – é capital da Europa, das histórias em quadrinhos, do surrealismo, do Art Nouveau, do chocolate, da cerveja – ou seu jeito aberto, democrático, com múltiplas identidades.

É que a história da Bélgica se confunde com a de seus vizinhos. E Bruxelas, a capital do país, é o melhor exemplo disso. Os belgas costumam brincar que sua tolerância é uma herança holandesa, o humor é inglês, a comida é francesa e a forma de trabalhar, alemã. Foi uma troca que deu certo e resultou em coisa boa, numa cidade receptiva, acolhedora e dinâmica.

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No centro de tudo

Não é à toa que Bruxelas foi nomeada capital da União Europeia. No centro do continente, a cidade está só a 1h20 de destinos de peso como Paris, Londres e Amsterdã.

Ou seja, incluí-la na sua próxima viagem à Europa é moleza. O ideal é ficar pelo menos três dias, mas também dá pra fazer um bate-volta e passear por sua Grand Place e arredores e contemplar sua linda arquitetura gótica, ver murais de quadrinhos e ainda provar batatas fritas e cervejas belgas.

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Chocolates!

As tradições gastronômicas são joias em Bruxelas. E, dentre elas, quem nunca ouviu falar da fama de seus deliciosos chocolates, exportados mundo afora? A maior parte da produção do país é toda artesanal e concentra 35% de cacau puro em sua composição. Foi a Bélgica, inclusive, que deu origem ao prailinê, as castanhas cobertas por chocolates. Não à toa, a cidade tem 65 chocolatiers premiados.

Pra provar e levar pra casa chocolates belgas, as lojinhas da Rue des Sablons são as melhores – há de Godiva Pierre Marcolini. Já pra colocar a mão na massa, não perca o workshop de chocolates de Laurent Gerbaud, que acontece todos os sábados de manhã, das 11h às 13h, em sua loja principal e ateliê no centro de Bruxelas.

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Tintim e a Rota dos Quadrinhos

Bruxelas é a capital mundial dos HQs. Tintim, Obelix, os Smurfs… todos de Bruxelas. Pegue um mapinha e saia caminhando pelos arredores da Grand Place, especialmente pelo bairros de Laeken e Auderghem, em busca dos personagens em 56 fachadas, muros e paredes de prédios, curtindo o charme e o peso da arte de rua na cidade (veja um mapinha oficial da rota aqui). Pra garimpar objetos relacionados aos personagens, o endereço é a Praça Sablon e suas lojinhas e antiquários e a The Cartoonist, loja preferida dos amantes dos quadrinhos. E se quiser se aprofundar no assunto, vale a visita ao Belgian Comic Strip Center, o museu oficial do assunto, e ao Museé Hergé, o museu do Tintim (mas deixe pra comprar coisinhas do protagonista na Boutique Tintin).

*Em setembro, Bruxelas sedia o Comic Strip Festival, evento que dura um final de semana e propõe ateliês temáticos, exposições, feiras, sessões de autógrafo e visitas guiadas em torno das HQs.

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Arquitetura e Art Nouveau

Ao final do século 19, os prédios de Bruxelas mudaram o visual: uma geração de arquitetos visionários chegou pra espalhar a exuberância decorativa do estilo Art Nouveau pela Europa. Além de ter originado o estilo, Bruxelas manteve a maior concentração de construções Art Nouveau do continente: hoje são mais de 500 edifícios em linhas curvas e formas e estruturas naturais, características do movimento, pelo centro da capital belga.

Já sua Grand Place, o coração da cidade e praça mais importante, Patrimônio Mundial da UNESCO, é marcada por um dos conjuntos de arquitetura gótica mais belos da Europa – Victor Hugo considerou-a a praça mais bela do mundo -, onde está a Prefeitura e suas visitas guiadas e a Casa do Rei, hoje o Museu da Cidade de Bruxelas

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Roteiro cervejeiro

As cervejarias de Bruxelas propõem mais de 400 rótulos de cervejas artesanais que ganharam fama internacionalmente. Pra conhecer mais sobre a história da bebida, vale uma visita ao Museu da Cerveja na Grand Place, onde você assiste a uma projeção da história e produção da bebida, visita tonéis e faz degustações. Points cervejeiros pra ficar de olho são o bar Moeder Lambic e sua extensa carta de rótulos nacionais, o restaurante Restobières, conhecido por utilizar as cervejas como ingredientes dos pratos, as cervejarias TimmermansLindemans e Cantillon.

Já quem estiver por Bruxelas na última semana de agosto pode aproveitar um dos eventos mais queridinhos da cidade, o Bxl Beer Fest, festival que reúne stands de 50 cervejarias artesanais, independentes, de 10 países. E, no primeiro final de semana de setembro, rola o Belgian Beer Weekend, quando cervejeiros de médio e grande porte tomam conta da Grand Place.

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Arte e cultura

Bruxelas é uma cidade com pouco mais de 1 milhão de habitantes e mais de 100 museus (pra fazer uma comparação rápida, a cidade de São Paulo e seus mais de 12 milhões de habitantes só contam com 80 e poucos museus). Isso é um efeito do movimento surrealista que se desenvolveu ali no século 20 e deu força ao seu dinamismo cultural – não perca o incrível Museu Magritte, dedicado ao trabalho meio visionário, meio louco do artista surrealista belga.

Também são notáveis o Horta Museum, de Art Nouveau, o Wiertz Museum, com pinturas romantistas do artista, e o museu de design ADAM. E ainda há o Museu dos Instrumentos de Música, da Aviação, do Banco Nacional, das Ciências Naturais… A lista de variedades não para.

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Atomium: a Torre Eiffel de Bruxelas

Construído para a Exposição Universal de 1958, num momento pós Segunda Guerra quando os ares estavam otimistas e a favor da ciência e tecnologia, o que era pra ser um monumento temporário acabou virando o ponto turístico mais famoso da cidade (a mesma história da Torre Eiffel). Parte disso se deu a sua estrutura inovadora com cinco esferas de alumínio (que em 2006 foram reformadas com inox) de 18 metrôs de diâmetro conectadas por um cubo, imitando o formato de um átomo.

Todas elas são acessíveis, com vistas de 360 graus de Bruxelas, restaurante e exposições de arte, como a que celebra os 50 anos desde a morte de Magritte com obras interativas. As crianças também vivem uma experiência e tanto ali: as escolas europeias ficam até dois anos na fila da Kid’s Experience, que recebe pequenos de 6 a 12 anos pra dormir uma noite no Atomium.

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Festas, festivais e festividades

Ta aí uma cidade que ama celebrar alguma coisa. Prova disso são seus mais de 20 mil eventos anuais entre concertos, festivais, exposições, espetáculos, teatros, óperas, atividades artísticas e culturais…

Eventos bacanas além dos quadrinhos e da cerveja que acontecem em Bruxelas pra marcar no calendário e tentar coincidir com as datas da viagem:

  • Flower Carpet: mais de 500 mil flores coloridas são organizadas num imenso tapete de flores na Grand Place – agosto/setembro dos anos pares
  • Brussels Jazz Festival: uma semana de apresentações diárias de jazz pela cidade – janeiro
  • Ommegang: atores em trajes históricos com cavalos e carruagens reencenam a festa medieval de quando Charles V foi recebido em Bruxelas em 1549 – junho/julho
  • Anima: um dos maiores festivais de animação do mundo, que exibe mais de 300 desenhos e filmes animados premiados de cada ano – março
  • Art Brussels: mais de 2 mil artistas de arte contemporânea de todo o mundo se reúnem para expor em galerias e participar de debates – abril
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Gastronomia: waffles, batatas fritas e mexilhões

Poucos destinos tem tanta fama culinária como Bruxelas quando o assunto são os gaufres, ou waffles, as batatas fritas e os frutos do mar. Nos entornos da Grand Place, são várias lojinhas e quiosques que produzem waffles, mas os mais gostosos são os da típica Maison Dandoy, de 1829 – o sabor carro-chefe é o liege, amanteigado e recheado com pedacinhos de açúcar. Com mais de 65 anos de experiência, o quiosquinho da Maison Antonie produz as fritas mais tradicionais da cidade, crocantes por fora e macias por dentro – a fila de 45 minutos é prova da fama.

Os mexilhões são outra tradição culinária belga e, pra realmente conhecer Bruxelas, você precisa incluir uma boa experiência com pescados do Mar do Norte no seu roteiro. Fartura não vai faltar na imensa bandeja de caranguejos, camarões, lagostas, ostras, moluscos e mais servida no famoso restaurante La Quincaillerie, que já recebeu até Brad Pitt. O clima é descontraído apesar da madeira, do cobre e do relógio de estação de trem que dá às boas-vindas no saguão de entrada.

LEIA MAIS: Onde comer em Bruxelas: os clássicos e o que está bombando na cena gastronômica

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Capital verde

Bruxelas ganhou o selo de primeiro lugar em matéria de políticas ambientais na Europa, desenvolvendo um turismo responsável com mais de metade de seu território coberto por áreas verdes: são mais de 8 mil hectares preservados.

Isso se reflete em ruas e avenidas arborizadas, canteiros floridos e inúmeros parques diluindo as construções na paisagem. E no complexo Green Walk, de trilhas e caminhos em contato com a natureza que somam 60 quilômetros ao redor de Bruxelas, esbanjando qualidade de vida.

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Hotéis-boutique em alta

A cena hoteleira de Bruxelas está marcada por hotéis-boutique novinhos e reformados, tomados por decorações simpáticas e agradáveis, a boa localização dos arredores da central e luxuosa Avenue Louise nas vizinhanças de Saint-Gilles e Ixelles (de onde se está a cerca de 15 minutinhos de caminhada da Grand Place) e um ótimo custo-benefício geral, principalmente quando comparado a outras capitais europeias, com tarifas de menos de € 100 a noite.

O Hygge Hotel foi aberto há pouco mais de um ano e segue tendências simples, minimalistas e funcionais inspiradas no design escandinavo (diárias desde € 70, RESERVE AQUI!). Já o Vintage Hotel é um dos hotéis-boutique mais procurados de Bruxelas pela décor atrativa, a localização (pertinho da Avenue Louise) e o preço bom diárias desde € 88, RESERVE AQUI!. Veja mais hotéis-boutique em Bruxelas até € 100 neste post.

*O Carpe Mundi viajou a Bruxelas a convite do Visit Brussels. O conteúdo do post reflete apenas a opinião da autora.

 

 

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