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O melhor guia de viagem a Fernando de Noronha

Chegar às praias mais bonitas de um país com mais de 7 mil km de costa não é tarefa fácil (e nem barata). Fernando de Noronha fica no Brasil, mas tem preço de férias no exterior. Só no voo já é difícil pagar menos de R$ 1 500 por pessoa e a base de preço da hospedagem é de média a alta {mais abaixo há opções de pousadas em conta}. O paraíso, com suas 21 ilhas formadas por cadeias montanhosas, também tem limite de visitantes e taxa de preservação diária pra quem o visita. Mas tudo parece se justificar quando o avião aterrissa sobre aquela beleza toda. Em tempo: se a sua vibe não for de praia, mergulho, zero frescura e Havaianas nos pés, pare de ler este guia aqui.

Tudo sobre a viagem a Fernando de Noronha

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Viagem a Fernando de Noronha: Difícil dizer se é o conjunto de praias maravilhosas, a vida marinha em abundância ou o verde preservado que dão à Fernando de Noronha o título de destino mais cobiçado do Brasil, mas o fato é: o lugar tem mesmo uma vibe especial. Cheio de vida e um povo sorridente, que faz questão de repassar sua energia boa aos turistas. Stress? Talvez uma vez ao ano, na época do ano-novo, quando falta água devido a superlotação.

O arquipélago é um pedacinho do céu aqui na Terra, onde a simplicidade reina, com um ou outro luxo pelos 17 km² de sua ilha principal. Lá passa a segunda menor BR do Brasil, a 363, com apenas 7 km de extensão (a primeira é uma rodovia de ligação em Aparecida). Não espere, a 360 quilômetros do continente, encontrar infraestrutura (o que inclui barracas de praia) e nem a última novidade automobilística. Na verdade, não espere nem um carro popular. Espere bugues, o transporte oficial de lá, que transitam pelas estradinhas de terra que levam às praias (e ficam bonitos nas fotos).

A Vila dos Remédios é o principal núcleo urbano, onde está o posto de saúde, uma igrejinha, pousadas domiciliares, correio, farmácia e a única agência bancária, do Santander (no aeroporto há caixas 24 horas). Há também a Vila Floresta Nova, do outro lado da estrada, e a Vila do Trinta, na direção do porto. No mais, tudo fica meio isolado. Uma pousada em cada canto, agências de mergulho num lado, restaurantes em outro e por aí vai. Pra quem quiser economizar, fique hospedado na Floresta Velha (da onde dá pra ir a pé para as praias do Meio, do Cachorro e da Conceição) e use os ônibus, que funcionam bem. Pra ter mais liberdade, vale alugar um bugue.

Sim, tudo lá é caro, das taxas de preservação aos passeios e a comida. A economia do arquipélago é basicamente movimentada pelo turismo e é só pisar lá pra entender que os cerca de 4 mil moradores da ilha precisam dele pra sobreviver. O transporte de alimentos desde Recife leva mais de 24 horas de navio: o Chicabon custa R$ 10, uma melancia pode chegar a mais de R$ 50.

Mas os cenários, dignos de competir com o Caribe, o Havaí, a Indonésia (com a diferença de que em Noronha não tem prédios, fast-food, lojas de grife e nem serviço de praia) compensam o investimento. Não há nenhum resort no arquipélago e, provavelmente, nunca haverá. Thanks God.

Ao chegar, atrase o relógio uma hora: o paraíso tem horário próprio 🙂

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Viagem a Fernando de Noronha

QUANDO IR

A época mais seca se estende de agosto a fevereiro; as chuvas ocorrem entre março a julho. Já a temporada do surf vai de dezembro a fevereiro. O ano-novo e o Carnaval são as épocas mais caras.

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COMO IR

Dá pra fazer a viagem a Fernando de Noronha com a Azul e a Gol, com escala em Recife ou Natal. É difícil achar passagem por menos de R$ 1 500 ida e volta.

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QUANTO TEMPO FICAR

O ideal é uma semana pra mais. Há muito o que conhecer e a vontade é de curtir cada praia ao máximo. Pacotes de três noites são furada: você vai embora desesperado pra voltar e chateado por não ter tido tempo de aproveitar mais. Gaste um pouco mais, mas faça a viagem do jeito certo.

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QUANTO CUSTA

A viagem a Fernando de Noronha não sai por menos de R$ 3 mil por pessoa para uma semana. Os voos são caros e mesmo as pousadas domiciliares (quartos em casas de moradores) tem preços altos (veja este post até o fim pra encontrar as exceções!). A taxa de preservação ambiental (R$ 64,25) é cobrada por dia de permanência, já a do Parque Nacional Marinho (R$ 89), uma única vez, ufa. Em uma semana, as taxas totalizam quase R$ 600 por pessoa. A alimentação é outra armadilha, tudo é muito caro, incluindo uma garrafinha de água. Pra quem for alugar bugue, isso também é custoso, cerca de R$ 150 a diária (e a gasolina é a mais cara do Brasil, são R$ 4,78 o litro). E ainda tem os passeios, nada baratos.

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PRAIAS

Em Noronha há praias pra todos os gostos: de mar calminho, boa pro mergulho, de ondas fortes, com tartarugas-marinhas, com a água mais clara do país, com piscinas naturais, com berçários de animais marinhos, de fácil acesso, de difícil acesso, com recifes de corais. Mas todas tem cenários de dar inveja a qualquer um. No mar de dentro, virado pro Brasil, ficam as mais famosas e procuradas, com águas mais calminhas e azuis. No mar de fora estão as mais selvagens. As praias do Parque Nacional Marinho são resguardadas por um PIC (Ponto de Informação e Controle), onde você faz/apresenta sua carteirinha comprovando o pagamento da taxa. Há infra de banheiros, lojinha e lanchonete em todos os PICs, além de armários pra guardar mochilas. Aqui, um guia das principais.

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MAR DE DENTRO

CACIMBA DO PADRE
Surfistas em ondas perfeitas e fotógrafos pirando povoam a Cacimba. De todas as praias de Noronha, ela é a mais famosa pelo cartão-postal do Morro Dois Irmãos e os tubos que quebram ali, dando a Noronha o título de Havaí brasileiro. A Cacimba dá acesso à Baía dos Porcos por uma trilha de 5 minutinhos à esquerda da praia, de onde se tem o visual mais famoso do destino.

PRAIA DA CONCEIÇÃO
Guarda outro destaque de Noronha, o Morro do Pico (aquela pedra enorme que você vê do avião e de boa parte da ilha). Abriga a galera do surf, do vôlei de praia e do slackline, numa extensa faixa de areia com barzinho estruturado pra petiscar – uma raridade no arquipélago – e ouvir Jack Johnson. É um dos melhores pontos pra assistir ao pôr do sol na viagem a Fernando de Noronha.

BAÍA DO SANCHO
A cor do mar aqui explica a razão dessa baía ter sido duas vezes eleita a melhor faixa de areia do mundo pelos usuários do TripAdvisor; é a água mais cristalina Photoshop do Brasil, onde você entra e não quer sair nunca mais. A chegada ao Sancho é o ápice dos passeios de barco pelo arquipélago, que incluem parada pra almoço e mergulho de snorkel entre peixinhos. Por conta dá pra ir também, passando por trilhas, escadas e fendas no meio de paredões de pedra, mas nada de difícil ou perigoso. Na entrada há um PIC.

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MAR DE FORA

BAÍA DO SUESTE
É onde você mergulha pra encontrar as tartarugas-marinhas
na viagem a Fernando de Noronha. A água muitas vezes fica turva, o que pode assustar um pouco quando as tartarugas e outros peixes (sim, tubarões) passam nadando rápido – lembrando que como o ecossistema é preservado e a cadeia alimentar, equilibrada, os tubarões não oferecem perigo nos mergulhos. Você pode ir sozinho ou ir com um guia, que te ajuda a encontrar os pontos com boa visibilidade. É obrigatório o uso do colete salva-vidas pra não encostar no chão e prejudicar o ecossistema. Há um PIC.

PRAIA DO LEÃO
Maior faixa de areia do arquipélago, totalmente deserta, tem mar agitado e uma grande pedra no formato de um leão-marinho dentro da água. O cenário é bem paradisíaco. Com sorte dá pra presenciar os filhotinhos de tartarugas-marinhas correndo em direção ao mar – é a praia com o maior índice de desova do arquipélago. Há uma trilha curtinha pra chegar lá.

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Viagem a Fernando de Noronha

PASSEIOS

Além das praias, a viagem a Fernando de Noronha tem espaço pra vários tours que valem cada centavo se você curte estar em contato com o mar. Tudo acontece no mar, de frente pro mar ou passando pelo mar – e se prepare pra ir muitas vezes ao porto, é de lá que os passeios de barco saem.

PASSEIO DE BARCO (pelo Mar de Dentro)
É o tour mais procurado e o que mostra os visuais mais bonitos de Noronha. As embarcações navegam pelas ilhas secundárias do arquipélago e param no Sancho por uma hora pro mergulho com snorkel – você se sente batendo perna em outra galáxia. Na volta, é uma fofura ver golfinhos nadando ao lado do barco perto da Baía dos Golfinhos. Também dá pra fazer o passeio mais tarde, às 16h, e curtir o entardecer dentro do mar.
(R$ 110 com a Trip Noronha, almoço a bordo)

AQUASUB (ou planasub)
Um barquinho te puxa enquanto você respira pelo snorkel e se segura numa prancha, contemplando todo o universo submarino com a cabeça dentro d’água. Dá pra controlar a profundidade fazendo movimentos pra cima e pra baixo com a prancha (não desça muito bruscamente pra não machucar o ouvido). No trajeto, navios naufragados, recifes de corais e muitos peixes aparecem. Tubarões também.
(Com a Ilha de Noronha custa R$ 120)

MERGULHO DE CILINDRO
A biodiversidade marinha e as águas limpas e clarinhas onde a visibilidade chega a até 40 metros fazem de Noronha o melhor ponto de mergulho do país, onde se vê cardumes coloridos, arraias, tubarões, tartarugas e várias formações subaquáticas curiosas. Preferências à parte, é o passeio mais legal e tocante da viagem a Fernando de Noronha.
(Águas Claras: batismo por R$ 490 e mergulho credenciado por R$ 540 com equipamento e 2 cilindros. Sem equipamento, R$ 400, também 2 cilindros)

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ILHATUR
De 4×4, você explora as praias mais famosas da ilha, mas sem muito tempo pra curtir nenhuma delas. Só vale a pena se a sua viagem a Fernando de Noronha for curta e você precisar ver tudo correndo. Se tiver alugado um bugue, o passeio fica mais desnecessário ainda.
(R$ 150 com a Trip Noronha)

TRILHA E FLUTUAÇÃO DO ATALAIA
Pedras negras de origem vulcânica compõe a paisagem do berçário de animais marinhos com piscininhas naturais rasas, onde chega-se após uma trilha de 1,5 quilômetros. Pra quem ainda tiver muito receio de encontrar tubarões, é bom saber que aqui só há filhotes relativamente pequenos que não causam medo, apesar de passarem pertinho. É obrigatório usar colete pra flutuar. Em tempo: há limite de grupos diários controlados pelo Ibama, compre o ingresso com antecedência, de preferência antes da viagem a Fernando de Noronha.
(R$ 150 com a Ilha de Noronha)

Viagem a Fernando de Noronha

RESTAURANTES E BARES

Zé Maria
De quartas e sábados é servido o disputadíssimo Festival Gastronômico (R$ 148), com um banquete composto por mais de 40 receitas de pratos de frutos do mar. Zé Maria, dono da badalada pousada e do restaurante, passa de mesa em mesa conversando com os clientes. No restante dos dias, o menu é à la carte.

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Palhoça da Colina
No quintal da casa do nativo Tinho, uma palhoça de bambu reúne todo mundo numa mesa baixinha no chão, forrado de almofadas. É servido sempre um peixe pescado no dia. Pra quem busca experiências autênticas, não há escolha melhor. Custa R$ 150, bebidas à parte. Necessário reservar.

Varanda
A boa, claro, é sentar na varanda, já que as mesas ali têm vista pro mar e o Morro do Pico. A pedida clássica é o gratinado de frutos do mar (arroz com queijo, polvo, lula, lagosta e camarão) com farofa crocante. Vale a pena ir mais de uma vez durante a viagem a Fernando de Noronha.

Mergulhão
Na praia do porto, tem pratos gostosos, música boa e uma vista relaxante. Dá pra sentar nas mesas, espreguiçadeiras ou lounges do jardim pra  curtir o pôr do sol. Prove o risoto de manga (R$ 47).

O Pico
Opção pra quem não come frutos do mar, tem carne vermelha em vários pratos do cardápio. O mais legal é o ambiente: há uma parede inteira com xilografias à venda, assim como os artesanatos e outras peças do estabelecimento. Ali funciona também uma lojinha e um café.

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Na Moita
(Rua Dom Juquinha, s/n)
Pizzaria gostosa escondidinha, com mesas a céu aberto. Antes de ir, passe repelente!

Flamboyant
(Rua São Miguel, 638)
Na praça da Vila dos Remédios, serve buffet com preço em conta comparado aos outros restaurantes com preços hiperinflacionados de Noronha. É onde todo mundo vai almoçar.

Bar do Cachorro
Point mais badalado de Noronha, com boas festas e noites de forró.

Viagem a Fernando de Noronha

ONDE FICAR

ATÉ R$ 500

Pousada dos Corais (RESERVE AQUI!, a partir de R$ 280)
Basicona, com quartos confortáveis, piscina e café com tapioca feira na hora.

Pousada da Tia Zete (a partir de R$ 290)
Uma das melhores entre as pousadas familiares, é bem simplinha, tem quartos com ar-condicionado e varanda com rede. Tia Zete aluga bugue para os hóspedes, confirma voo e faz um café da manhã delicioso.

Mar Altântico (RESERVE AQUI!, a partir de R$ 308)
Reformada pelo filho e a nora do Zé Maria, da bem frequentada Pousada Zé Maria, a Mar Atlântico tem cores claras, luzes indiretas, xilografias na parede e varanda charmosa com redes.

Ilha do Frade (RESERVE AQUI!, a partir de R$ 350)
Simplória, mas com um e outro artesanato charmoso emperiquitando o local. O agradável jardim, com vista pro mar, é o que a pousada tem de melhor, onde dá pra fazer massagem rítmica por R$ 180 (sim, a metade de uma diária).

Pousada da Villa (RESERVE AQUI!, a partir de R$ 498)
Outra enfeitada pela família do Zé Maria, é compacta, com clima de casa de praia e varandinha voltada pra rua. Os quartos ficam no fundo, separados por um jardim. Há chá da tarde incluso.

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Onde ficar na viagem a Fernando de Noronha: Pousada da Villa, Pousada Mar Atlântico e Pousada Morena, da categoria abaixo

ATÉ R$ 900

Beco de Noronha (RESERVE AQUI!, a partir de R$ 599)
Na viagem a Fernando de Noronha, é uma das pousadas com o melhor custo-benefício. Pequenina, é decorada com arranjos de flores e peças feitas com material reciclado. Palmas ao ofurô, todo bonitinho no jardim interno. Nos quartos confortáveis há caixinha de som pra iPhone.

Beijupirá (RESERVE AQUI!, a partir de R$ 720)
Nos 7 quartos supercleans com chão de cimento queimado e luminárias de palha, uma ou outra peça colorida dão um toque a mais à decoração. O destaque vai pra localização, com uma trilha que cai na Praia da Conceição.

Pousada Morena (RESERVE AQUI!, a partir de R$ 818)
É procurada principalmente pela piscina de borda infinita de frente pro mar com vista pro Morro do Pico.  Foi recém-reformada e oferece agora gostosos bangalôs com varanda que a puseram entre as preferidas dos paulistas e cariocas que não conseguem vaga na Zé Maria.

MAIS DE R$ 900

Pousada Zé Maria (RESERVE AQUI!, diárias desde R$ 989)
O atendimento simpático e informal é a cara da badalada pousada, comandada pela figura hilária do Zé Maria, sobre a qual já comentei algumas vezes neste post. O cara é dono de metade de Noronha e amigo íntimo de atores da Globo, que frequentam a pousada de tempos em tempos. Se não for ficar lá, vale conhecer o Festival Gastronômico servido às quartas e sábados. Também tem vista pro Morro do Pico, e aceita dogs.

Eco-Pousada Teju Açú (RESERVE AQUI!, diárias desde R$ 1 225)
No meio da mata, tem bangalôs acima do nível do solo (tudo na pousada é pensado sustentavelmente) com acabamento em madeira de reflorestamento. Os quartos tem camas com mosqueteiros que dão um charme a mais. No restaurante, quem assina o menu é o chef Maurício Jasnievicz, que já passou pelo célebre Astrid y Gastón de Lima e prioriza produtos da horta local.

Pousada Maravilha (RESERVE AQUI!, diárias desde R$ 2 724)
É, não à toa, a mais famosa do arquipélago. Luciano Huck entrou na sociedade que construiu a pousada e saiu, mas a fama ficou. Na Baía do Sueste, tem bangalôs e piscina de borda infinita de sonho. O café da manhã é servido a qualquer hora e as camareiras até desarrumam a sua mala. Vale investir em um almoço pra conhecer. Se eu disse que Noronha não tem luxo, a Maravilha é a exceção.

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Há 9 comentários para “O melhor guia de viagem a Fernando de Noronha

  1. Post super explicativo. Adorei as informações, principalmente de restaurantes, pois pretendo visitar Noronha esse ano. Mas persiste uma dúvida: crianças são aceitas nos passeios?

  2. Estive em Noronha em Fev/16 e tenho algumas dicas a acrescentar:
    – Alugar um bugue não é fundamental! Além de caros (R$ 250 a diária + R$ 6 o litro da gasolina), não permitem acesso à todas as praias. Pra quem deseja fazer uma viagem mais econômica e não se importa em caminhar por 5 ou 10 min, é possível acessar quase todos os lugares através dos ônibus, que custam 3,00 e passam a cada 30 minutos, percorrendo a ilha de ponta a ponta (Sueste ao Porto). Caronas também são muito comuns entre os moradores e visitantes. Taxis também estão disponíveis, mas são caros e valem a pena apenas pra voltar pra pousada no meio da madrugada (se você não alugou um bugue);
    – Curtir um forró às sextas-feiras no Bar do Cachorro ou um samba aos domingos no Muzenza;
    – Alguns restaurantes oferecem serviços de “leva e traz”, ou seja, te buscam onde você estiver e te levam para onde quiser (bom pra quem não alugou um bugue);
    – Outras recomendações de restaurantes: Xica da Silva, Cacimba Bistrô, Bar do Meio (se quiser ficar nos bangalôs para assistir ao pôr do sol, é preciso fazer reserva com antecedência – exigem consumação mínima);
    – Não é necessário levar equipamentos de flutuação (snorkel, nadadeiras, coletes etc). Existem várias locadoras e os preços são excelentes (R$ 10,00 a diária);
    – Se for mais aventureiro, invista em um bom par de botas. Muitas praias têm acesso através de trilhas, pedras, lama, penhascos.. uma simples havaianas não ajudará muito nesses casos;
    – Veja o pôr do sol do Forte do Boldro e da praia do Porto, são os mais bonitos da ilha;
    – Leve SEMPRE uma garrafa d’agua na bolsa se quiser ficar mais de meia hora em alguma praia! Poucas são as praias com alguma infraestrutura.

    1. Oi, Camila! Legal, obrigada por compartilhar suas dicas aqui! Realmente o aluguel de bugue é caro, mas eu gosto pela fácil possibilidade de se locomover e ir onde quiser. Não sabia que os ônibus funcionavam tão bem, dá próxima vez lá vou experimentar também 🙂 E o pôr do sol no Forte do Boldró é realmente surreal! Beijocas!

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