Cada quilômetro tem significado.
O mototurismo tem se destacado cada vez mais como uma das formas mais emocionantes de explorar destinos no Brasil e no mundo. Sejam viagens de bate-volta ou travessias longas, sozinho ou em grupos, o objetivo é sempre o mesmo: percorrer estradas e caminhos para conhecer novos lugares e culturas. O destino é só um detalhe – o que importa é tudo que se vive até chegar lá. Veja abaixo tudo o que você precisa saber para planejar sua primeira ou próxima viagem de moto.
ÍNDICE:
- O que é mototurismo?
- Mototurismo guiado x mototurismo autoguiado
- Agências de mototurismo: como funcionam?
- Como planejar uma viagem de moto?
- Quais equipamentos são essenciais para viajar de moto?
- O que levar para uma viagem de moto?
- Como viajar de moto com segurança?
- Rotas para viajar de moto
O que é mototurismo?


Como o próprio nome já indica: é o ato de viajar de moto, percorrendo estradas com espírito de liberdade, aventura e descoberta. Diferente das viagens convencionais, onde o destino é o principal, no mototurismo é o contrário: o trajeto faz parte da viagem, e a estrada em si é a experiência, assim como as paradas ao longo do caminho e as paisagens até chegar ao destino. E o melhor: não existe uma moto “certa” para começar: dá pra fazer mototurismo em uma trail, custom e até em uma scooter – o que importa é o espírito da coisa, não o modelo da máquina. Claro, alguns modelos oferecem mais conforto e segurança em viagens longas.
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Mototurismo guiado x mototurismo autoguiado
O mototurismo guiado é praticado por motociclistas que necessitam ou preferem viajar com estrutura, contratando uma empresa que fornece moto, guia, hospedagem, carro de apoio e todo o suporte necessário para otimizar o tempo total da viagem, dispensando qualquer preocupação com planejamento ou imprevistos. Já o mototurismo autoguiado é o mais comum entre os motociclistas e é o oposto do guiado. É o motociclista quem faz o planejamento da viagem, providencia os equipamentos necessários, assim como a moto, e decide o seu próprio ritmo, fazendo paradas onde preferir e pelo tempo que quiser. É a forma mais livre de viajar: sem roteiro fechado, sem hora pra chegar, seguindo com liberdade o caminho.

Agências de mototurismo: como funcionam?
Para quem prefere praticidade, não gosta de planejar, ou está fazendo seu primeiro mototurismo e não quer se arriscar sozinho, existem empresas que organizam todo o trajeto e, em alguns casos, oferecem o aluguel da moto – você só precisa pilotar. Hospedagem, motocicleta e planejamento da viagem podem estar incluídos no pacote, enquanto despesas pessoais e alimentação geralmente ficam por conta do viajante. O valor depende do destino e da duração, mas, em geral, viagens nacionais ficam entre R$ 2 mil e R$ 6 mil, enquanto roteiros internacionais de 7 a 14 dias podem variar de R$ 30 mil a R$ 60 mil.
Há mais de 18 anos, cria viagens de mototurismo internacional para motociclistas que desejam conhecer o mundo com segurança, planejamento e companhia. Os tours são realizados em pequenos grupos, com guia brasileiro, motocicletas selecionadas e suporte durante o roteiro. Entre as experiências estão: Rota 66, Big Sur, Alpes, Portugal e Espanha, África do Sul, Namíbia e Marrocos.
Oferece roteiros por diversos continentes, como América do Sul, Europa, África e Ásia, com viagens de 2 a 16 dias. Os percursos são testados pela própria equipe e contam com guias profissionais e carro de apoio. Nos roteiros internacionais, o aluguel da moto já está incluído no pacote; nas viagens nacionais, é possível participar com a própria motocicleta ou alugar uma com a ROX.
Desde 2011, promove roteiros nacionais e internacionais, on road e off road, para diferentes níveis de pilotagem. Seu diferencial está na experiência dos guias, com mais de 30 anos de atuação cada, e na variedade de viagens, que podem ser personalizadas para empresas e grupos. Os roteiros também valorizam destinos inusitados e experiências turísticas, gastronômicas e culturais.
Como planejar uma viagem de moto?

Por mais que a viagem de moto traga liberdade para ir vivenciando o caminho, parando em cidadezinhas ou pegando algum desvio, é importante fazer um planejamento prévio para evitar imprevistos. Os principais pontos são:
- Defina o orçamento: determine quanto você pode gastar na viagem e sempre leve um valor de emergência. Faça o cálculo com hospedagens, combustível, pedágios e alimentação;
- Escolha as datas: planeje quantos dias você vai ficar fora, quantas paradas pretende fazer e uma data de saída e de volta (por mais que não siga certinho, é bom ter uma base para te orientar);
- Escolha o destino: pesquise sobre as cidades pelas quais vai passar, o que há para fazer, como é a estrutura para motociclistas e quais são as condições climáticas (evitar chuvas é sempre uma boa ideia). Defina também onde serão suas paradas;
- Defina um ritmo: quantos quilômetros pretende fazer por dia, se vai pilotar à noite ou só de dia;
- Reserve as hospedagens: independente do tipo de hospedagem, é importante já ter alguma reserva para evitar imprevistos. Se não tiver certeza se vai ficar em determinada cidade, pesquise antes e anote nome e endereço de algumas opções para ter em mente;
- Pesquise as atrações: o que tem para fazer nas paradas e no destino final, quanto custa, horário de funcionamento, tempo de visita e festas típicas da região.
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Tecnologias para viagens que vão te salvar na organização e praticidade
Quais equipamentos são essenciais para viajar de moto?
Entre os itens essenciais estão os equipamentos de proteção, como capacete, luvas, jaqueta, botas e capa de chuva, além de um kit de primeiros socorros e emergência com lanterna, sinalizador, kit de ferramentas e um pequeno extintor de incêndio adequado para motos. Também vale investir em um bom sistema de navegação – GPS, suporte de celular para moto, mapas físicos ou online e um powerbank para manter tudo carregado – e em opções de bagagem, como bagageiros, baús, alforjes ou mochila de tanque.
O que levar para uma viagem de moto?
Pochete Kånken

Compacta e funcional, é uma boa opção para manter pequenos objetos sempre à mão durante as paradas e passeios. O formato facilita o transporte sem ocupar espaço.
Jaqueta Feminina

Impermeável e respirável, protege da chuva e do vento e conta com capuz ajustável e detalhes refletivos. Indispensável para para enfrentar mudanças de clima durante a viagem.
Camiseta Abisko

Coringa para o dia a dia, é ultraleve, respirável e conta com tecido de secagem rápida que ajuda a afastar a umidade da pele. Além disso, ocupa pouco espaço na bagagem.
Necessity

Nécessaire compacta e funcional, com bolsos e divisões que ajudam a manter pequenos objetos organizados durante a viagem, além de ser fácil de acomodar na bagagem.
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Luva X11 Fit X

Oferece proteção e conforto durante a pilotagem, além de proteção térmica para diferentes condições de clima. Também possui função touch screen nos dedos indicadores.
Suporte

Protege o celular contra água e permite deixá-lo à vista durante o percurso. Uma opção prática para acompanhar rotas e usar o aparelho sem precisar tirá-lo do suporte.
Baú Lateral

Com 21 litros de capacidade em cada baú, ajuda a acomodar a bagagem de forma prática e bem distribuída na moto. Ideal para levar mais itens durante viagens curtas ou longas.
Intercomunicador

Ideal para viagens em grupo, permite a comunicação entre motociclistas via Bluetooth, com alcance de até 1.200 metros e bateria de longa duração. Inclui duas unidades.
Como viajar de moto com segurança?
Revise a moto e distribua bem o peso: antes de viajar, faça uma revisão completa para garantir que todos os sistemas estejam funcionando corretamente. Fique atento também à distribuição do peso – bagagem mal distribuída ou excesso de peso altera o equilíbrio e a frenagem da moto, então evite sobrecarregar e distribua bem entre os baús;
Escolha a roupa certa: utilize equipamentos de proteção adequados, como capacete, jaqueta, luvas e botas, para garantir a segurança durante a viagem;


Planeje a rota e o ritmo: pesquise as condições das estradas, bloqueios, obras, quedas de barreira e histórico de acidentes, além da distância entre os postos de gasolina. Programe paradas estratégicas para descanso e reabastecimento a cada 90 minutos, confira a previsão do tempo e evite pilotar na chuva. Dê preferência para pilotar durante o dia e descansar à noite;
Leve documentos e contatos de emergência: documentação da moto, CNH, seguro (se tiver) e um contato de emergência salvo no celular ou anotado em local visível.
Rotas para viajar de moto
O Brasil oferece roteiros incríveis para viajar de moto, desde serras e cidades históricas até litoral e regiões naturais, garantindo experiências únicas para motociclistas, com distâncias curtas ou longas. Separamos algumas das rotas mais famosas do Brasil para você conhecer e se inspirar, mas é possível criar a sua própria rota.
Rota Romântica (RS e SC)
ROTAS PARA VIAJAR DE MOTO


Roteiro turístico localizado na Serra Gaúcha, no Rio Grande do Sul. A estrada começa em São Leopoldo, a cerca de 40 km de Porto Alegre, e termina em São Francisco de Paula, a cerca de 45 km de Caxias do Sul. Ao todo, passa por 14 municípios: São Leopoldo, Novo Hamburgo, Estância Velha, Ivoti, Dois Irmãos, Morro Reuter, Santa Maria do Herval, Presidente Lucena, Linha Nova, Picada Café, Nova Petrópolis, Gramado, Canela e São Francisco de Paula. A rota une paisagens deslumbrantes – principalmente no outono com plátanos dourados, e no verão, com hortênsias vibrantes – a fortes raízes da cultura alemã, já que a área foi colonizada por imigrantes alemães na primeira metade do século XIX. Além disso, dependendo da época, é possível encontrar festivais como o Festival de Cinema de Gramado e feiras em diversas cidades, além de uma gastronomia típica que é parte essencial da experiência. A extensão total da rota varia bastante conforme o trajeto escolhido: o percurso principal costuma ter cerca de 184 km, mas, dependendo dos desvios e caminhos alternativos pelo interior, pode chegar a até 350 km. De qualquer forma, é uma estrada tranquila, ideal para quem gosta de explorar aos poucos.
Onde ficar?
Gramado é uma das principais paradas da Rota Romântica e um ótimo lugar para fazer uma pausa antes de seguir viagem. Para quem está fazendo a rota, vale reservar um tempo para conhecer os principais pontos turísticos e experimentar a culinária da Serra Gaúcha antes de continuar o percurso. Nossa indicação é o Travel Proud Hotel Recanto da Serra (diárias a partir de R$ 577), no centrinho: fica em meio a um parque arborizado e oferece um ambiente tranquilo para descansar durante a viagem. Entre as comodidades estão piscina coberta e ao ar livre, banheira de hidromassagem, academia e serviços de massagem. O café da manhã, incluso na diária, é outro destaque, com frutas da estação, variedade de frios e queijos e itens artesanais.

Estrada Real
ROTAS PARA VIAJAR DE MOTO
Considerada a maior rota turística do país, a Estrada Real tem mais de 1 630 km de extensão, passando por Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Criada a partir dos antigos caminhos utilizados pela Coroa Portuguesa para o transporte de ouro e diamantes, a rota preserva parte da história do Brasil colonial. É uma ótima opção para quem quer conhecer cidades históricas como Paraty, Tiradentes e Ouro Preto, além de apreciar paisagens de serras e montanhas, cachoeiras, atrações culturais e a rica culinária mineira. Além disso, a Estrada Real é dividida em quatro caminhos: Caminho Velho, Caminho Novo, Caminho dos Diamantes e Caminho do Sabarabuçu.
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– Caminho Velho


Também chamado de Caminho do Ouro, foi o primeiro trajeto determinado pela Coroa Portuguesa e liga Ouro Preto a Paraty, passando por destinos históricos e turísticos como Congonhas, Tiradentes, São João del-Rei, Aiuruoca, Carrancas e Baependi. O trajeto tem 710 km de serras, vales e florestas tropicais. Além disso, ir de Ouro Preto a Paraty exige menos esforço físico do que o caminho contrário.
Dica: planeje paradas em cidades históricas para aproveitar atrações naturais, culturais e gastronômicas.

Onde ficar?
Tiradentes é uma parada que vale incluir no trajeto pelo Caminho Velho da Estrada Real. A cidade reúne igrejas históricas, museus, o famoso Chafariz de São José e a imponente Serra de São José, além de ótimos restaurantes de culinária mineira. Com boas opções de hospedagem, também é um lugar perfeito para fazer uma pausa e recarregar as energias antes de continuar a viagem. Indicamos a Don Quixote Pousada (diárias a partir de R$ 443): a cerca de 200 metros do centro, oferece um ambiente tranquilo com piscina ao ar livre, sauna, jardim e vista para a Serra de São José. O café da manhã, incluso na diária, é servido em estilo buffet e reúne opções típicas da culinária mineira.
– Caminho Novo

Uma alternativa mais rápida e fácil ao Caminho Velho, criada para agilizar o transporte das riquezas do interior de Minas Gerais até o Rio de Janeiro (até então capital do país). O trecho tem 515 km, de Ouro Preto a Porto Estrela (RJ), passando por cidades como Lavras Novas, Ouro Branco, Juiz de Fora, Matias Barbosa, Itaipava, Petrópolis, entre outras. Os viajantes encontram vestígios da época mineradora, como túneis, chafarizes e fazendas, que hoje também são meios de hospedagem confortáveis.
Onde ficar?
Juiz de Fora é uma parada estratégica para quem percorre o Caminho Novo, oferecendo uma boa estrutura e diversos serviços para quem precisa fazer uma pausa durante a viagem. Para quem quiser aproveitar a passagem pela cidade, também há atrativos culturais e históricos, como o Museu Mariano Procópio e o Museu de Arte Murilo Mendes. Nossa indicação é o Trade Hotel (diárias a partir de R$ 405): com uma experiência 5 estrelas, conta com piscina ao ar livre, sauna, academia, banheira de hidromassagem, restaurante e bar, além de estacionamento no local. O café da manhã, também é destaque, com opções como frutas, queijos, panquecas e itens de confeitaria.

– Caminho dos Diamantes


O nome tem relação com as pedras preciosas de Diamantina, que ganharam destaque nas economias brasileira e portuguesa. O caminho se destaca por belezas naturais de tirar o fôlego, cachoeiras, recantos repletos de história e uma deliciosa gastronomia. A rota tem 395 km e vai de Diamantina a Ouro Preto (ou vice-versa), passando por cidades como Milho Verde, Barão de Cocais, Conceição do Mato Dentro, Santana do Riacho (Serra do Cipó) e Mariana.

Onde ficar?
Santana do Riacho, na região da Serra do Cipó, é uma ótima opção de parada para quem quer aproveitar alguns dias em contato com a natureza. A região reúne paisagens, cachoeiras, trilhas e outras atrações naturais, sendo um bom lugar para descansar e explorar antes de seguir viagem. Indicamos se hospedar na Pousada Império (diárias a partir de R$ 288): em meio às paisagens da Serra do Cipó. O espaço combina áreas de lazer, como piscina ao ar livre, banheira de hidromassagem e spa – o combo perfeito para recarregar as energias antes de voltar para a estrada. O café da manhã, incluso na diária, completa a estadia com opções variadas para começar o dia.
– Caminho do Sabarabuçu


Ligava Barão de Cocais a Glaura (distrito de Ouro Preto). O Caminho do Sabarabuçu consolidou-se como a mais curta, porém mais lendária, das vias principais, atuando como rota alternativa entre o Caminho Velho e o Caminho dos Diamantes. O nome “Sabarabuçu” deriva da Serra do Sabarabuçu, onde exploradores avistaram um brilho que inicialmente os levou a acreditar que era ouro, mas depois descobriram se tratar de minério de ferro. São 160 km, passando por cidades como Brumadinho, Itabirito, Caeté, Nova Lima e Sabará. E mais: o trajeto corta montanhas, com a Serra da Piedade como um dos grandes destaques da paisagem – uma rota ideal para quem gosta de mirantes e vistas privilegiadas.
Onde ficar?
Itabirito combina história, natureza e gastronomia mineira em uma das paradas do Caminho do Sabarabuçu. Durante a passagem pela cidade, vale conhecer o centro histórico, a Estação de Itabirito e o Parque Ecológico, além de aproveitar a culinária local antes de seguir viagem. Nossa indicação é o Hotel Pousada Cata Branca (diárias a partir de R$ 368): a cerca de 700 metros do centro de Itabirito, a pousada conta com jardim, piscina de hidromassagem, salão de jogos e espaço para fogueira, criando um ambiente agradável para relaxar. O café da manhã também merece destaque, com opções como sucos, bolos, queijos e frutas.

Curiosidade:
Na rota da Estrada Real, existe um Passaporte que pode ser preenchido a cada trecho percorrido: basta parar nas cidades ao longo do caminho e carimbar. É possível retirar o passaporte físico nas seguintes cidades: Diamantina, Ouro Preto, Cocais, Glaura, Tiradentes, Paraty e Petrópolis.
Cada caminho exige um número mínimo de carimbos para gerar o certificado:
- Caminho Velho: 14 carimbos
- Caminho dos Diamantes: 10 carimbos
- Caminho Novo: 8 carimbos
- Caminho do Sabarabuçu: 4 carimbos
Rota do Sol (RN)
ROTAS PARA VIAJAR DE MOTO


Ligando Natal a Pipa, a Rota do Sol tem seu ponto de partida em Ponta Negra (Natal) e segue pelo litoral sul do Rio Grande do Norte, passando por Pirangi, Búzios, Tabatinga e Camurupim até chegar a Pipa. O percurso tem cerca de 92 km e reúne praias, falésias, lagoas, piscinas naturais e um pôr do sol inesquecível – sem contar o Cajueiro de Pirangi, considerado o maior cajueiro do mundo. Essa rota é perfeita para quem busca tranquilidade e belas paisagens – as cidades são próximas entre si e formam um trajeto ideal para uma viagem curta.

Onde ficar?
A Rota do Sol pode ser percorrida em um dia, deixando mais tempo para aproveitar o destino final. Por isso, uma boa opção é se hospedar em Pipa e curtir as praias, falésias, mirantes e o clima descontraído do vilarejo. Indicamos se hospedar no Beija Flor Exclusive Hotel & Spa (diárias a partir de R$ 1 100): fica a apenas 30 metros da Praia do Giz e a 7 km da Praia de Pipa, e conta com duas piscinas, spa, saunas e banho turco. Para completar a estadia, o resort oferece café da manhã e o restaurante Il Giardino, com uma cozinha internacional e contemporânea que aposta em pratos locais e diversos petiscos – uma ótima opção para descansar e curtir a região antes de pegar a estrada de volta para casa.