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Praias da Tailândia: miniguia de Koh Phangan, a ilha da Full Moon Party

Depois de visitar outros pedaços do litoral da Tailândia, atesto que Koh Phangan é uma das ilhas com melhor relação acesso/beleza/variedade de praias/vibe zen.

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Koh Phangan é minha ilha do coração. Talvez porque eu tenha ido sem muita expectativa, e ainda má influenciada pelo fato de que a única coisa que eu sabia sobre a ilha é que ela recebe mensalmente a famosa Full Moon Party.

De fato, a Phangan é baladeira. A Full Moon traz multidões de jovens pintados com tintas florescentes e barracas que vendem bebidas em baldes e substâncias ilícitas. No resto do mês eles organizam outras festas menores, como a Black Moon Party e o Half Moon Festival (veja mais sobre as festas abaixo). Mas o território de Koh Phangan tem lugar pra todo mundo. Só a Full Moon de fato mexe com o

cotidiano da ilha (e isso significa praticamente o dia anterior e o posterior à festa, porque muita gente vai de bate-volta), na maior parte do tempo a ilha assume sua verdadeira identidade, relaxada e natural, tomada de centros de yoga e meditação, vegetação preservada, uma porção de praias vazias e cachoeiras pra explorar de scooter. A hotelaria vai de hostels até hotéis cinco-estrelas.

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Praia de Haad Salad

O QUE FAZER EM KOH PHANGAN, A ILHA DA FULL MOON PARTY

COMO IR A KOH PHANGAN: Koh Phangan fica na costa leste do país, banhada pelo Golfo da Tailândia, perto de Koh Tao e Koh Samui. As balsas da Raja Ferry partem de uma cidade chamada Surat Thani. De Bangkok até Surat Thani há trens (veja no site da Rail Thai) saindo sai da estação Hua Lamphong: a viagem pode durar entre 9h e 12h e custa desde US$ 20 na segunda-classe (extremamente desconfortável) e desde US$ 45 no vagão com cama (prefira sempre os com ar-condicionado). Os ônibus de Bangkok até Surat Thani saem do Southern Bus Terminal (Sai Tai Mai) e a viagem dura 9 horas, desde US$ 14. A viagem de avião pela Thai Lion Air dura 1h10 e custa desde US$ 20 (obviamente a melhor opção). Chegando nas estações ou no aeroporto você precisa ir até o Donsak Pier, da onde saem as balsas. Várias empresas vendem o transporte de transfer, quem quiser pagar menos pode chegar lá e se virar com ônibus e tuk-tuks – eu fiz isso e foi ok, só fui perguntando Donsak Pier e o povo foi me indicando o caminho. É importante tomar cuidado com os pacotes vendidos nas agências de Bangkok, muitas vezes hiperinflacionados. Prefira comprar o ônibus e o trem direto na estação (ou pela internet) e só fechar o transfer com elas se fizer questão de mais conforto e praticidade. Continue lendo para saber o que fazer em Koh Phangan.

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COMO CIRCULAR EM KOH PHANGAN: Chegando no píer de Koh Phangan os táxis vão de cobrar de 100 a 200 baht pra ir ao seu hotel, o que não é barato para os padrões tailandeses. Depois do check-in, vá direto a uma lojinha de aluguel de scooter (a diária custa 150 baht – se pedirem mais, barganhe até 150), o transporte oficial das praias da Tailândia. Com ela você vai conseguir explorar a ilha no seu tempo. Depender de táxi é caro e trabalhoso, já que não há muitos na rua. Também é possível alugar carro, mas a scooter é mais prática e deixa sentir a ~brisa praiana~. É facíl de dirigir, eles não pedem carteira de motorista e oferecem capacete. Só cuidado com a mão inglesa que guia as ruas e vá beeeem devagar – acidentes com turistas imprudentes são comuns.

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O QUE FAZER EM KOH PHANGAN:

THONG SALA: É o principal núcleo quase-urbano de Phangan, onde está o píer. O comércio ali é aquela coisa praiana prosaica que você já está acostumado: lojas de guarda-sol e canga, supermercados, bancos, casas de câmbio, agências de passeios. Aos sábados rola na Talad Khao Road o Saturday Walking Street Market, feira com roupas, acessórios e comidinhas que vai até umas 22h.

YOGA: Era de lei: todo fim de tarde eu batia ponto no Orion Healing Center, um centro de retiros beira-mar delicioso com cabanas com sofás e um restaurante vegetariano. As aulas de yoga estão abertas a quem não está hospedado ali, é só olhar os horários no site e aparecer (300 baht a aula). A do fim da tarde é maravilhosa, numa sala arejada com vista pra água, e dura duas horas.

MEDITAÇÃO E CONTEMPLAÇÃO: O Wat Khao Tham organiza retiros de meditação silenciosa de a partir de 7 dias com alimentação e hospedagem num espaço mega zen no alto de uma colina – no site eles colocam as datas dos próximos. Se não for caso, apareça no crepúsculo pra ver o sol indo embora num mirante no topo de uma rocha com uma vista sensacional pra Phangan. Continue lendo para saber o que fazer em Koh Phangan.

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PRAIAS: Um ponto fortíssimo de Koh Phangan é ter uma grande variedade de praias de fácil acesso, que você atinge por conta própria, sem depender de passeios de barco. A maioria fica na costa oeste. Dá pra ver numa toada só a bela Haad Yao, boa pra caminhadas, a perfeita Haad Salad, enfeitada por coqueiros e com água transparente absurda que dá vontade de nunca ir embora, e em seguida Mae Haad, onde dá pra ver corais de snorkel.

No topinho da ilha fica Haad Chaloklam, com uns restaurantes, uma faixa estreita de areia e balanços pendurados nas árvores diante da água verdinha. Dali saem barcos pra Bottle Beach, a praia mais isolada da ilha – mas é mais interessante ir pela trilha de uma hora no meio da mata que vez ou outra desponta belas vistas para o mar. Bottle Beach é bonita e vazia, com alguns poucos bangalôs e quiosque. Thong Nai Pan, no lado leste, está dividida em duas baías: Thong Nai Pan Yai e Thong Nai Pan Noi. Elas abrigam os hotéis mais sofisticados de Phangan e também valem a visita pra passar o dia. Continue lendo para saber o que fazer em Koh Phangan.

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O QUE FAZER EM KOH PHANGAN

CACHOEIRAS: Ok, pra quem vem de uma país cheio de quedas d’água elas não são grande coisa. Mas oferecem um passeio refrescante pra aliviar o calorão e ter um pouco de sombra. Wang Sai, perto da praia de Mae Haad, onde você percorre um caminho pelo rio até chegar nas cascatas, e Paradise Waterfall, perto da praia de Chaloklam, valem uma paradinha. Continue lendo para saber o que fazer em Koh Phangan.

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MASSAGEM TAILANDESA: Sim, tem um bilhão de spas e casas de massagem por toda Tailândia pra experimentar a massagem terapêutica que combina pontos de pressão com princípios de ayurveda e yoga. Fazer umas sessões tem tudo a ver com a vibe relaxada de Koh Phangan. O Siam Healing Center oferece vários tipos de massagem – 1 hora de thai massage tradicional sai 300 baht.

PASSEIO DE BARCO AO ANGTHONG NATIONAL MARINE PARK: O parque abrange uma área preservada com 42 ilhas de rocha calcária. Os tours partem cedo, param pra snorkel em Koh Wao, oferecem uma caminhada até um mirante em Koh Wua Talap Island e visitam a bela lagoa Talay Nai em Koh Mae Koh. Veja nas agências de passeio da ilha.

FESTAS: A Full Moon Party ocorre na lua cheia de cada mês – veja as datas no site. A festa rola desde os anos 1980 na praia de Haad Rin e hoje recebe até 30 mil pessoas por edição (é cobrada uma taxa de 100 baht). No fim da tarde já começa a haver algum agito nas ruas, principalmente de jovens mochileiros se pintando de tinta florescente (alguns fazem fantasias de grupo com penteados e roupas customizadas) e ~começando os trabalhos~com bebidas servidas em baldes. Às 23h a coisa já está pegando fogo, literalmente, com shows pirotécnicos, areia lotada, barracas de bebida e diferentes fontes musicais, mas majoritariamente de batidas eletrônicas. Tem gente aspirando gás hélio (que eles vendem em balões como laughing gas), e tomando shake de cogumelo e drogas mais pesadas. A festa pode tomar proporções mais agressivas com o passar das horas, o pessoal que vai costuma elaborar uns guias de sobrevivência (veja aqui). Eu sinceramente não acho que seja uma experiência essencial na Tailândia, a não ser que você seja um caçador inveterado de baladas.

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O Half Moon Festival é a segunda maior festa e acontece no meio da mata. Aqui é cobrado um ingresso (cerca de 1000 baht), imagino que porque a estrutura é mais elaborada. O clima é bem mais light; a festa rola em vários palcos tocando música eletrônica. De novo, drinques em baldes e pessoal vestido “a caráter”. No resto do mês há outras festas, como a Jungle Party e Black Moon Party, versões bem menos bombadas do que as anteriores. Continue lendo para saber o que fazer em Koh Phangan.

Onde ficar em Koh Phangan – hotéis em Koh Phangan:

Echo Beach Backpackers: Pra quem está viajando sozinho, de mochila com ou grana curta, esse é um hostel com quartos modestos compensados pelo ambiente externo animado com bar, sofás e redes direto na areia da praia. Por vezes também tem filhotinhos de cachorro de uma instituição que eles ajudam pra brincar. O café da manhã custa 50 baht e oferece frutas, granola, iogurte, pão e ovo à vontade. (RESERVE AQUI, diárias desde US$ 3 no coletivo e US$ 15 no privativo).

Longbay Resort Koh Phangan: Na praia de Haad Yao, que tem algum comércio e mar lindo, é um resort simplão com bangalôs e piscina bem próximos da areia. (RESERVE AQUI, diárias a partir de US$ 40).

Le Divine Comedie Beach Resort: A melhor parte do hotel é o gramadão externo com uma piscina de borda infinita que parece culminar no mar. Os quartos são confortáveis mas relativamente pequenos, e o café incluso na diária rola o dia todo (!). Fica perto de Haad Rin, onde acontece a Full Moon Party. (RESERVE AQUI, diárias a partir de US$ 60).

Salad Hut: É simples mas fica na melhor praia de Phagan, Haad Salad, com água transparente absurda. Também tem piscina e restaurante pé na areia com redes e almofadas. (RESERVE AQUI, diárias a partir de US$ 54).

Kupu Kupu Phangan Beach Villas & Spa by L’Occitane (foto à direita): Vários motivos pra ficar aqui: localização boa em Haad Pleayleam, na costa oeste, cabanas com sofás na piscina, restaurante com vibe romântica, spa da L’Occitane. Os quartos com piscina privativa não são tão mais caros que os sem. (RESERVE AQUI, diárias a partir de US$ 157).

Buri Rasa Koh Phangan: É um dos mais em conta no sofisticado trecho de praia de Thong Nai Pan Noi, longinha do centro e das faixas de areia mais agitadas – alguns quartos têm varanda que dá direto na areia. Gosto da decoração praiana moderna e os banheiros novos com azulejos coloridos. O ótimo restaurante foge das mesmices tailandeses dos outros points na praia. (RESERVE AQUI, diárias a partir de US$ 150).

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Anantara Rasananda Koh Phangan Villas: O mais chiquê da ilha, bom pra quem vai em lua de mel, tem villas com no mínimo 90 m² com piscina e jardim privativos. Fica na reservada Thong Nai Pan Noi. (RESERVE AQUI, diárias desde US$ 299).

A autora

Betina Neves

Betina Neves

Editora do Carpe Mundi, viaja pra trabalhar e trabalha pra viajar. É jornalista freelancer e já escreveu pra Viagem e Turismo, ELLE, Claudia, Vamos LATAM, Superinteressante, Cosmopolitan, VEJA São Paulo, Folha de S. Paulo, entre outras publicações.


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Há 22 comentários para “Praias da Tailândia: miniguia de Koh Phangan, a ilha da Full Moon Party

  1. Oi Betina!
    Parabéns pelos seus posts, estou amando teu site, descobri ele agora planejando minha viagem para Tailândia final deste mês.
    Vou ficar 14 dias lá, gostaria que você me falasse se é viável fazer o que estou pensando devido aos deslocamentos que tenho muitas duvidas.
    3 dias Bangkok, 3 dias Ko Tao, 2 dias Ko Phagnan (ou vice versa nestas 2 não sei qual é mais legal, ou se dá para ficar em somente uma e ir até na outra facilmente), 3 Ko Phi Phi e 3 em Ko Lipe.
    Fica corrido? Melhor tirar Ko Lipe que é mais longe? Mas fiquei com muita vontade de conhecer pelo que você falou….
    Muito obrigado por todas suas dicas, estou anotando todas!

  2. Boa noite, Betina! Excelentes suas dicas! Parabéns!
    Consegui pegar a promo de hoje da Turkish e, dada a oportunidade rara, decidi encarar mesmo sendo em maio!
    Meu voo chega dia 8/maio às 9:30 em Bangkok e a volta tb parte de Bangkok, às 22:40, 18/maio – portanto 10 dias inteiros.
    Estou perdido pra definir por onde começar a trip e qual a sequência de praias devo traçar:

    1) pra conhecer o básico de Bangkok devo ficar quantos dias e vc sugeriria ser logo no início ou nos últimos dias (considerando os horários do voo);

    2) que praias da costa oeste incluir e quantos dias em cada ou quais apenas bate-volta (pensei em focar na costa oeste, por ser minha primeira vez na Tailândia);

    3) fiquei tentado em tb conhecer a fullmoonparty que será dia 11/05 (3 dias após a chegada em Bangkok)…mas estou na dúvida sobre a viabilidade de incluir Koh Phangan (costa leste) nesse planejamento Bangkok-Costa Oeste…

    4) diante a instabilidade climática de maio, será melhor não reservar hospedagem/passeios antes? Daria pra decidir hotel e passeios de última hora? Ou seria melhor já fechar as datas, hospedagem e passeios, voos internos, ferry e rezar ?rs

    Se puder me dar uma luz de como distribuir esses 10dias e a sequência dos locais, com o tempo de permanência, te agradeço imensamente!

    1. Oi Alan tudo bem? Esse post aqui pode te ajudar: https://www.carpemundi.com.br/roteiro-na-tailandia/
      Em maio o tempo deve estar ok ainda. Você quer ir ao norte ou só Bangkok e praias?

      Se for só praias, você pode ficar em Bangkok na chegada (lembre-se que são 10 horas de fuso, o jet leg costuma ser tenso), ir a Koh Phangan dia 10, ficar uns 3 dias, e depois ir a costa oeste (sugiro Koh Phi Phi e Koh Lanta). Na volta, você reserva 2 dias pra ir a Bangkok e Ayutthaya.

  3. Boa tarde… Primeiro, parabéns pelo site, está me ajudando muito.

    Irei pra lá no final de Junho, começo de Julho. Com isso, terei que descartar as praias do Golfo de Andaman.
    Terei 13 dias no país. Pensei em dividir com 3 pra Bangkok, 3 pra Chiang Mai, 2 pra Siem Reap, 4 pra Phangan e Tao (2 em cada) e um gasto com deslocamento. Será que é muito corrido? Poderia tirar Chiang Mai pra colocar mais 1 dia em cada ilha e 1 em Bangkok. Ou tirar alguma das duas ilhas e colocar um dia a mais na outra e outro em Bangkok…

    O que você me indica? Gosto de praias, mas é mais pra ver a beleza do local. Não costumo perder tempo deitado na areia, 2 dias em cada ilha é suficiente?

    1. Em suma, estou em dúvida de 3 roteiros:

      Um mais corrido:
      3 – Bangkok / 2 Siem Reap / 3 Chiang Mai (e Rai) / 4 Koh Phangan e Koh Tao / 1 descolamento pra voltar das ilhas

      Um mais tranquilo focando o Golfo da Tailândia (tirando Chiang Mai e Rai):
      4 – Bangkok / 2 Siem Reap / 6 Koh Phangan e Koh Tao / 1 descolamento pra voltar das ilhas

      Último mais tranquilo tirando as ilhas e focando no Golfo do Andamão, torcendo pra não pegar muita chuva no fim de Junho/início de Julho
      4 – Bangkok / 2 Siem Reap / 3 Chiang Mai (e Rai) / 3 pra Krabi (torcendo por dias bonitos pra ir pra Ko Phi Phi) / 1 sobra pra colocar em qualquer um dos locais

      ———-

      Gosto mais da ideia do último, mas tenho medo de pegar muita chuva na região de Krabi e não aproveitar nada. Li que nessa época, elas são mais pro fim da tarde e não chegam a atrapalhar tanto. Mas fico dependendo da “sorte”

      Você tem alguma sugestão? obrigado

    2. Oi Luiz!
      Acho que está ok seu roteiro, um pouquinho corrido, mas vai ter um panorama legal da região. Se você matar tudo em Bangkok em 2 dias pode fazer um bate-volta a Ayutthaya no outro.

    1. Oi João!
      Eu acho que só vale a pena ir a Samui se você for ficar num hotel top tipo o W e o Anantara. Se não, melhor escolher outra, a ilha tem um comércio feio e as melhores praias tem o acesso dominado pelos hotéis.

  4. Olá Betina,
    Primeiramente parabéns pelo blog! Fechei as passagens para Tailandia na ultima semana, estou lendo muita coisa e amei suas dicas! 🙂
    Ficarei entre os dias 15/05 e 01/06/17, serão16 dias e meio. Minha ideia inicial seria um roteiro na costa Oeste, mas fiquei com bastante medo de arriscar e pegar o inicio das monções… Vou com meu marido, gostamos muito de praia, mas amamos conhecer a cultura e as peculiaridades do país, e com calma. Pensei em alguns roteiros, estas suas duas sugestões me agradaram muito e ainda teria dois dias a mais para decidir o que incluir:

    Bangkok (4 dias com bate-volta a Ayutthaya) – Chiang Mai (3 dias) – Railay Beach ou Phi Phi (3 dias) – Koh Lipe (4 dias)

    Bangkok (4 dias com bate-volta a Ayutthaya) – Chiang Mai (3 dias) – Koh Phangan (3 dias) – Koh Phi Phi (3 dias) – Koh Lanta ou Koh Lipe (2 dias)

    Minha preocupação realmente são as monções. O que acha? Dá para arriscar e visitar Koh Phi Phi e Koh Lanta? Teria sugestões de um roteiro com maior foco no golfo e com visita a Ko Phi Phi? Vamos perder a Full Moon Party.. não somos muito de balada, mas gostariamos de ir pelo menos uma festa para conhecer. Teria alguma indicação?

    Desde já, muitissimo obrigada, já esta me ajudando muito! 🙂

    Abraço,
    Sil

    1. Oi Silmara! Então, essa época é melhor em Koh Phangan e Tao mesmo. Na costa oeste é o início das monções, então você pode dar sorte e pegar sol e ou então acabar com uma semana de chuva, difícil prever. O que você pode fazer é deixar pra decidir em cima da hora (é baixa temporada, é super tranquilo reservar o hotel na hora): quando chegar lá olha a previsão do tempo e decide pra que ilhas vai. Em Phangan tem várias outras festas além da Full Moon, como a Black Moon e a Half Moon, dá uma olhada nas datas 😉

  5. Olá Betina,
    Parabéns pelos posts e muito Obrigado.
    Estou planejando ir em Maio para Tailandia e gostaria de passar uns 3 ou 4 dias entre Koh Samui, Koh Phangan e Koh Tao. O que você recomenda? Fico hospedado um tempo em cada lugar ou melhor ficar em apenas um deles e fazer os passeios diários?

    Obrigado,

    Caio Seawright

    1. Oi Caio tudo bem?
      Então, na Tailândia não rola muito isso de ficar numa ilha e fazer bate-volta pras outras, porque o transporte é lento e pra fechar um barco só pra você fica muito caro. Então sim, o melhor é dividir a estadia entre cada ilha, cada uma tem seus encantos. Eu não sou muito fã de Koh Samui, você já deu uma olhada no nosso guia de praias da Tailândia? https://www.carpemundi.com.br/praias-tailandia-guia/

  6. Olá Betina

    Devo dizer que amei as dicas que vc postou. Usei muitas delas na minha visita a Koh Phangan.
    Gostava era aconselhar-te a teres cuidado com certos conselhos.
    Andar de mota não é assim tão simples e seguro. Mesmo com capacete há varios acidentes perigosos que vi a minha frente e eu propria sendo condutora experiente, vivenciei. Não foi grave felizmente, mas aquelas estradas são um perigo e os locais conduzem lá desde os seus 10 anos e vão filhos, mães e tudo ao molho numa mota mas fazem isso desde que se lembram. Quem nao é local, não deve se aventurar sem ser um condutor de mota experiente e mesmo assim é preciso bastante cuidado.

    Segundo é preciso ter cuidado com o regatear para obter preços. Eu também nao gosto de me sentir uma carteira ambulante, e tento negociar preços mas sempre com educaçao e rindo, fazendo disso um jogo amigavél, nunca se deve entrar em confronto e envergonhar um tailandês falando alto e perdendo a paciencia. Muitos turistas são delirantes, e acabam arranjando problemas desnecessarios.

    Segui a sua dica e fiquei no Long Bay Resort. Muito bonito e bom para familias. Mas depois de dois dias fiz check out e procurei um lugar com uma onda mais relaxante e jovem numa praia vizinha 🙂

    Para tirar viagem esse site que vc mencionou é super inflacionado (thairailways.com). Melhor é : http://www.railway.co.th . É o site oficial, e pode-se tirar bilhete de ferry e transfer e comboio tudo junto. Tanto online como junto ao balcão na estaçao de comboios. Mas não acreditar quando são abordados na estação em Bangkok por alguém a dizer que não é possivel, que devem ir a agência no segundo andar.

    Teve alguma má experiencia com os cães? De dia eles sao super amigáveis e fofos. Mas de noite eles são bem perigosos e territoriais. Em Haad Yao fui cercada por um grupo de cães bem zangados, um até me mordeu. Mas com sorte tinha lido umas dicas amigaveis como me livrar deles e consegui me safar. Apanhei na mesma o susto da minha vida.

    De resto dicas maravilhosas, visitei essas praias que vc mencionou e os templos e adorei o tempo que passei lá. Muito bom post.
    Também empacotei minha mala com a sua ajuda no outro post, e tive atenta aos scams perto do templo. Mesmo assim quase caí neles. Muito bons os caras. ahah

    Cumprimentos e boas viagens 🙂

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