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Como é o Harmony of the Seas, o maior navio do mundo

Já virou praxe: a cada punhado de anos, a Royal Caribbean lança um maior navio do mundo. Em 2009, foi o Oasis of the Seas. Em 2010, o Allure of the Seas. E, em 2016, o Harmony of the Seas (uma pernada ainda maior).

Fui conhecer o Harmony of the Seas, o maior navio do mundo, na inauguração: o gigante foi lançado ao mar pela primeira vez em maio do porto de Southampton, na Inglaterra – o mesmo da onde partiu o Titanic (e milhares de outros, mas a gente sempre gosta de lembrar do Titanic). O Harmony of the Seas custou 1 bilhão de dólares, mede 362 metros de comprimento (três campos de futebol e meio), pesa 277 000 toneladas (600 Boeing’s 747 carregados) e abriga 6 780 hóspedes e 2 100 tripulantes (mais do que a população de Lindoia – SP).

O que tem de mais legal no maior navio do mundo:

  • Jamie’s Italian, restaurante do Jamie Oliver (US$ 20 o menu de almoço, US$ 25 o jantar).
  • O Ultimate Abyss, o maior tobogã do mundo em um navio (aqueles de descer com tapete), no qual você desliza por 10 andares.
  • Karaoquê com seleção maravilhosa de músicas brasileiras (Mamonas e Sandy e Junior inclusos).
  • Paredes de escalada enormes.
  • Comida boa e farta mesmo nos restaurantes buffet, como no Windjammer.
  • Central Park, uma passarela arborizada onde estão espalhados os restaurantes à la carte.
  • Decoração agradável e sóbria, sem exageros cafonas, com boa seleção de obras de arte.
  • Um brinquedão aquático pra crianças + dois toboáguas.
  • Wi-fi por todo navio pegando bem.
  • Baladinha, stand up comedy e bar de jazz ao vivo bacanas.
  • Salona de cadeiras de pedras quentes do spa (US$ 30 a diária para usar).
  • Montagem do musical Grease (“Tell me more, tell me more…”).
  • Música ao vivo tocando em várias partes do navio (com uma inerente seleção pra agradar a americanada – a galera pira no Don’t Stop Believin’ à noite).

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O que tem de menos legal:

  • Show de patinação no gelo meio mico.
  • As piscinas podiam ser bem maiores (as 10 jacuzzis devem compensar).
  • Mesmo sendo o maior navio do mundo, as cabines internas mais baratas continuam pequenas e claustrofóbicas (as com janela são ok, mas as sem são de chorar).
  • Óbvio que num navio giga você acaba tendo que andar muito. Se errar o lado que está sua cabine, haja perna.
  • Gostaria que os jogos de arcade (que inclui um Candy Crush em tela gigante) estivessem inclusos na diária, assim como a supracitada sala com cadeiras de pedras quentes.

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Sem opinião formada:

  • Bar com coqueteleiras robôs preparando seu drinque (que a julgar pelas filas faz sucesso)
  • Bar em uma plataforma que fica descendo e subindo sem propósito definido.
  • Shrek e Kung fu panda andando por aí.
  • Flo Rider, um troço (comum nos navios da Royal) que imita uma prancha surfando na água que é bem mais difícil do que parece.

A saber, o Harmony é um navio gêmeo do Oasis e do Allure of the Seas, e tem atrações similares. O Harmony vai fazer cruzeiros no Caribe saindo de Fort Lauderdale, na Flórida – veja a programação no site.

A viagem de três noites custa a partir de US$ 700 visitando as Bahamas (refeições e bebidas não-alcóolicas inclusas).

royal-caribbean-harmony-of-the-seas *O Carpe Mundi viajou no Harmony of the Seas à convite da Royal Caribbean. O conteúdo deste post é independente e reflete apenas a opinião da autora.

A autora

Betina Neves

Betina Neves

Editora do Carpe Mundi, viaja pra trabalhar e trabalha pra viajar. É jornalista freelancer e já escreveu pra Viagem e Turismo, ELLE, Claudia, Vamos LATAM, Superinteressante, Cosmopolitan, VEJA São Paulo, Folha de S. Paulo, entre outras publicações.


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